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| [FF] Quando o verão se for; *divokkities escaladas!* | |
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| Tweet Topic Started: May 17 2006, 08:49 PM (4,650 Views) | |
| Tatiana | May 28 2006, 02:57 AM Post #16 |
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Administrator
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Capítulo 14 _Como se sente? – O homem perguntou para Tatiana, depois de serem atendidos em um posto médico que ficava na estalagem. _Ainda cega... vendo sombras, mas não pessoas. – Tatiana estava entediada com aquela coisa dos olhos. Havia um posto médico no último andar da estalagem e lá ela foi medicada e fizeram um curativo em seu pé. Lavaram seus olhos com alguma coisa para fazê-la voltar a enxergar. _O médico disse que voltará a enxergar logo. Vamos voltar lá para baixo. O homem ainda carregando Tatiana em seus braços. Ela pensou, secretamente, que conhecia sua voz de algum lugar, mas pensou que estava ficando doida. Claro que ela não conhecia ninguém com aquele nome. E alemão, e de férias no Caribe. Pegaram o elevador e por sorte havia um assento. Provavelmente usado por ascensoristas, mas vazio. Tatiana sentou, pegou o ipod e começou a ouvir músicas, quando um barulho horrível se sucedeu. _O que foi isso???? – Ela perguntou, assustada, agarrando o homem pelas calças. _Acho que foi um trovão... lembra-se da tempestade? _Acho que sim... – E outro barulho assustador atingiu a construção, e de repente as luzes se apagaram. O elevador parou e ficaram presos. Somente os dois, no escuro total. _Ok, agora isso já é diabólico. – O homem reclamou. – Uma garota machucada para carregar no colo, uma tempestade, preso no elevador e sem luz? Muito diabólico. _Do que está falando? – Tatiana perguntou. – Não é diabólico, é horripilante! CÉUS, eu odeio escuridão!!! – Ela agarrou suas calças novamente, com as mãos em lugares inapropriados, muito assustada. Mas ela sentiu que ele cheirava bem. Muito bem... _Quero dizer que quando cheguei aqui não estava me divertindo. Por causa disso, todas as forças da natureza estão contra mim. _Ah, essa foi boa. DROGA, estou assustada!!! E… bem, acho que meus olhos estão clareando. Mas ainda não vejo nada!!! Isso não é o que podemos chamar de sorte... _Não se preocupe, estou aqui. _E quem disse que isso é vantagem? – Tatiana assustada e chata, como de costume. – Você aqui não significa nada, porque não te conheço! Você pode ser um assassino, ou coisa pior! _Pior que um assassino?? _Um estuprador! _Se eu fosse, acha mesmo que teria te trazido para a estalagem? Para o médico? – O homem ria. _Talvez... – Tatiana sentiu-se chateada. – Desculpe, estou assustada, com dor e cega. O homem a segurou pelos braços, puxou-a pelas mãos e a colocou de pé. Tatiana não entendeu nada, mas ele se sentou, e a puxou para perto, fazendo com que se sentasse em seu colo. Abraçou-a e recostou sua cabeça em seu ombro. Ela se sentiu segura, enquanto ouvia a chuva caindo do lado de fora. _Melhor assim? – Ele perguntou. _Sim... obrigada – Ela estava envergonhada. – Você precisa ser tão legal. _Eu sei. – Ele riu. – Mas... o que é isso em sua orelha? _Um fone... estou ouvindo músicas. _Oh, que egoísmo! Ouvindo músicas sem me convidar! – Ele reclamou. _Não... desculpe. Estou mesmo muito chata, e estou ouvindo músicas românticas bobas. _Gosto de músicas românticas. Posso?? Ele puxou um fone e colocou em seu ouvido. A música estava acabando. _O que é isso?? – Ele perguntou. _Oh, Reo Speedwagon. Não conhece??? É um clássico dos anos 80. _Ah, por isso. Eu era uma criança nessa época. – Ele riu de novo. _Sei. – Tatiana riu. – Mas adoro música velha. De repente, uma música que Tatiana amava começou a tocar. Era Il Divo... e Tatiana tinha todas as músicas possíveis do Il Divo naquele ipod. Prima c'eri, ora no Prima amavi ogni mio respiro Spiegami di come I brividi ora sono Le spine, di un amore alla fine _Oh… eu conheço essa música. – O homem disse. Tatiana olhou para ele, mas só via uma sombra escura. _Eu amo Il Divo!!! Sou uma fã maluca... totalmente apaixonada. E suas músicas são maravilhosas. _Ah... ok. – O homem pareceu meio incomodado com algo, e Tatiana notou. Alguma coisa relacionada com as músicas, ela tinha certeza. Ele ficou daquele jeito quando Feelings começou a tocar. _Acho que você não gosta do quarteto. – Tatiana riu. – Não seja bobo, não é porque são quatro homens lindos que um outro homem não pode gostar deles. São talentosos demais! _Não é isso... bem, acho que tem uma coisa que preciso fazer. Tatiana coçou a cabeça. _Mas tenho certeza que você não vai conseguir sair do elevador. – Ela brincou. _Não é isso... é algo que preciso lhe contar. _Então, você é o estuprador? – Ela gargalhou. Estava mais feliz, fazendo brincadeiras. _Não seja irritante... é sério. Eu acho que... menti sobre uma coisa. _O que? – Tatiana ficou apreensiva. _Meu nome não é Toni. Quero dizer, não é só Toni. Eu ia manter a mentira, mas... bem, quando as luzes voltarem, você vai entender. Você vai me reconhecer, e eu não quero isso. _Não entendi nada. _Meu nome _I’m not understanding a thing. Você não quer me dizer que… _Meu nome verdadeiro é Urs. Tatiana caiu do colo dele e jogou-se no chão do elevador. Olhou assustada para a sombra do homem. As coisas voltaram rapidamente à sua cabeça, e ela entendeu por que reconhecia aquela voz. Estava cansada de ouvi-lo cantar! Ela engatinhou para longe dele e parou quando encontrou a parede. _Achei que você reagiria assim. – Ele disse. _Não se aproxime! – Ela gritou. – Você... você... não pode ser Urs. _Por que não? _Eu não sei! Você só não pode!!! Onde está a magia do encontro?? Quero dizer... você me encontrou no meu lado negro. Suja, machucada, reclamando de tudo... eu estava feia e não era para ser assim!! Sonhei sobre este encontro um milhão de vezes e nenhuma delas era desse jeito! Urs começou a rir. Levantou-se e segurou Tatiana pela mão, para ajudá-la a se levantar. _Não se preocupe... – Ele disse. Os dois estavam perto por uma razão desconhecida. – Eu posso entender por que você está tão chata. – Ele não podia parar de rir. Ela tremia e ele sentia. – Está com frio? _Não... – Ela se sentiu envergonhada de sua reação. Costumava ser natural... entenderia ficar sem palavras, ou gritando, mas agindo feito doida? As luzes voltaram e o elevador iluminou-se. Tatiana se percebeu nos braços de Urs; ele a mantendo de pé para que não desabasse. Olhou profundamente em seus olhos e sentiu um espasmo. Ele era, definitivamente, Urs Bühler. Ela não tinha nenhuma dúvida sobre aquilo. Dove si va se non c'è Feelings Come si far per tenerlo con sè Dimmi se, dimmi che forse credere si può Oh feelings dove si va se non c'è |
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| francijuli | May 28 2006, 06:37 PM Post #17 |
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Advanced Member
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Quero saber o resto.......... |
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| tatidtmr | May 28 2006, 06:54 PM Post #18 |
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Advanced Member
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Cade o resto.... kero mais.... xxx tati |
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| Tatiana | May 28 2006, 07:22 PM Post #19 |
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Administrator
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Mais para as leitoras sedentas
Capítulo 15 Mônica apareceu na loja com David correndo atrás dela. Ela estava com um sorriso enorme na cara, e as outras duas a aguardavam ansiosas e entediadas. Duas amigas desaparecidas era demais. _Onde raios você esteve, Mônica?? – Thais não notou David se aproximando. _Fui pegar dinheiro e encontrei um cara na máquina, e máquina não funcionava e então ele olhou para mim e era David e então Carlos veio falar que Sébastien estava chateado por causa de... _Calma!! – Adriana sacudiu Mônica pelos braços. – Não dá para entender nada que você fala e... – Ela viu David chegando e sorrindo por trás de Mônica. Thais já estava hipnotizada. – O que... o que David Miller está fazendo aqui? _Bom dia. – Ele cumprimentou. _OMG... – Thais estava de olhos arregalados. – Isso está ficando cada vez melhor. – Ela disse, inconscientemente. _Não é o máximo? – Mônica estava animada. Ela já estava bastante agitada, e encontrar David daquele jeito a fez ficar insuportavelmente feliz. Parecia que poderia explodir a qualquer momento. – Mas temos que ir, Sébastien te espera. Estão todos no restaurante. _Como sabe disso? – Adriana perguntou, curiosa. _Carlos contou. _Carlos? – Thais de repente se lembrou que ela tinha um segredo. _Sim... Carlos... lembra quem ele é? – Mônica zombou. David permanecia quieto, sorrindo. _Bem, então acho que é perda de tempo apresentar vocês ao Il Divo... certo? O grupo caiu na risada, e deixaram a loja depois de Adriana pagar os presentes de Mônica. Foram para o restaurante, seguindo David. Claro que Mônica pagaria de volta, era só ela conseguir sacar. Encontraram então Sébastien e Carlos esperando fora do restaurante, porque Carlos avisara Sébastien que David estava a buscar as mulheres. _Adriana! – Sébastien sorriu quando a viu. _Sebs. – Ela também sorriu, não tinha outra opção. O sorriso dele a fazia feliz. Eles caminharam em direção um ao outro e ficaram perto, mas não tão perto quanto Adriana gostaria de ficar. Carlos olhou para as outras duas mulheres que chegavam e ficou um tanto curioso ao encontrar uma face conhecida. _Thais? – Ele perguntou, querendo ter certeza. _Oi, Carlos. – Todos olharam para Thais, involuntariamente. Ela segurava uma gargalhada. _O que você... mas você não é brasileira... _O grupo é de mulheres que falam o português... não necessariamente brasileiras. – Ela não aguentava, tinha que rir. _O que está acontecendo aqui? – Mônica levou dois dias para perceber. – Vocês já se conhecem??? _Pelo visto... – Adriana nem titubeou. – Agora só falta dizer como e quando isso aconteceu. _Nada que lhes interesse. – Thais fez mistério. _Como assim? – Mônica soltou, em português. – Agora vai falar tudo! _Sem esconder nenhum detalhe!! – Adriana concordou, também em português. _Ok... eu falo. Mas depois... assim vamos assustar os divos! _Falando em assustar... cadê Tatiana? – A história voltou para o inglês. _Quem é Tatiana? – Sébastien perguntou. _Nossa quarta amiga... desapareceu. _E com essa chuva! – Mônica preocupou-se novamente. – Não para de relampejar. _Se isso consola vocês, nosso amigo Urs também desapareceu. Enquanto discutiam sobre os perigos que os amigos poderiam estar sofrendo, vários olhares foram trocados. Todos secretos; todos tentando ser escondidos dos demais. Parecia um flerte de escola média, era como Adriana se sentia. Depois de alguns minutos gastos em uma conversa sem sentido, David olhou para o saguão e viu Urs chegando. _Olhem... podem parar de discutir, Urs está de volta. – David mostrou o amigo vindo. _Mas... quem vem com ele? – Carlos notou que ele carregava uma pessoa. _Tatiana! – Adriana assustou-se. _Quem? – Sébastien curioso. _Nossa amiga… Tatiana! – Thais teve certeza. – Ela… com Urs. _Mas... por que ela vem carregada? – Mônica não entendeu. Urs chegou sorrindo, meio tímido, para os amigos. Tatiana estava totalmente envergonhada, com aquela bandagem horrenda no pé. _Bom dia, pessoal. – Urs disse, disfarçando. – Bom ver todos bem... com essa tempestade. _Onde estava você, Urs? – Carlos resmungou. – E... bem, deu para perceber que você já encontrou a amiga perdida. _O que? – Urs não entendeu. _Urs, esta é Adriana. A garota com quem jantei noite passada. – Sébastien apresentou Adriana a Urs. – E estas são suas amigas, Thais e Mônica. Essa que você carrega é a quarta, Tatiana. _Sério? – Urs olhou para Tatiana confuse. Ela só consegui morder os lábios. _Acho que não foi o único a esconder alguma coisa. – Ela disse. |
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| Tatiana | May 28 2006, 08:02 PM Post #20 |
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Administrator
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Capítulo 16 _O que houve com seu pé? – Mônica tocou a bandagem. _Pisei em uma concha envenenada. Urs me resgatou. Mas ele não disse que era Urs, e eu estava cega, e não notei que era ele e... _Shhhhhhhh! – Thais disse. – Você fala demais. Isso é coisa de brasileiras? _Talvez... – Tatiana disse, mais envergonhada. _Bem, agora que todo mundo está encontrado, melhor fazermos alguma coisa.... mais divertida. – David disse, olhando para o salão de jogos. – Todos aqui gostam de jogos? _Tá brincando! – Tatiana assanhou-se. Urs a colocou no chão novamente. Ela sentia menos dor e podia andar. – Eu bato qualquer um de vocês no pebolim. _Ah, mas não bate. – Sébastien gargalhou. _Acho melhor não desafiá-la... – Mônica pensou na prudência. – Ela já é hiperativa... _Vamos jogar, então. – Urs ajeitou a camisa. Tatiana arregalou os olhos ao notar que estava sentada na altura de sua cintura. Era demais para seus olhos que mal tinham se curado do veneno marinho. O salão de jogos foi tomado pelo grupo, que divertiu-se até a hora em que sentiram fome. Fome o suficiente para comer... algo que valesse à pena. E não tinha nada mais para se fazer naquela estalagem. O restaurante estava cheio, porque ninguém tinha como sair da estalagem por causa da tempestade. E os relâmpagos não paravam. Podiam ver o mar revolto e as ondas enormes batendo nas pedras. Horripilante. Sébastien sentiu-se melhor encontrando Adriana. Ele chegou a pensar que ela, apesar de gostar do Il Divo, não tinha gostado dele. Não tinha gostado das flores. O estranho foi que ele sentiu uma conexão tão forte entre eles... e o desencontro o fez ficar muito desanimado. _Eu realmente amo esse lugar. – Carlos disse, animado, olhando pelo vidro. O restaurante não tinha paredes, só vidros. E entre a tempestade e o vento, ele conseguia ver beleza natural. _Está exagerando, Carlitos. – Urs disse, pegando o menu. – Então, o que se come no Brasil? – Ele perguntou a Tatiana. _Criancinhas. – Ela gargalhou com sua própria piada. Sébastien não resistiu ao ver a cara assustada de Urs. _O que? – David engasgou. _Estou brincando! Comemos a mesma coisa que vocês... mas agora estou com vonta de comer frutos do mar. Vingança... _Eles servem barracuda. – Carlos concordou. _Barracuda? – Mônica não entendeu. _Sim... um peixe… eu acho. – Thais riu. _Não quero peixe. – Sébastien estava indeciso. _Contanto que não coma lesmas... – David riu. _Não são lesmas, desinformado. – Sébastien fez uma careta. _Vamos comer pasta, então. – Adriana sorriu. _Pode ser... David concordou e também quis pasta. Chegaram a uma conclusão sobre o que comeriam, pediram e comeram. O silêncio reinou durante a refeição, porque estavam famintos. A diversão estava muito boa. Na verdade, o Il Divo estava feliz porque havia encontrado fãs que não fizeram nenhum escândalo ao encontrá-los. Talvez uma reação mais subertida, mas elas eram muito naturais. Nunca imaginou-se que em um cruzeiro e uma viagem mal planejada a um paraíso tropical, um grupo entediado encontraria fãs entendiadas e juntos teriam tanta coisa boa para fazer. |
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| Juliana Pellegrino | May 28 2006, 08:43 PM Post #21 |
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Advanced Member
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já parou??????????????.....ahhhhhhh coloca maisssssssssssssss.....ta ficando ótimoo...e a parte das lesmas...chorei de rir aqui..ahahahah |
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| Tatiana | May 28 2006, 09:34 PM Post #22 |
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Administrator
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Festa na praia, parte I - a preparação
Capítulo 17 _Estou tão excitada com isso… - Mônica disse, enquanto Tatiana tentava tomar banho sem destruir o curativo no pé. _Excitada com o que? – Tatiana não conseguia ouvir por causa do chuveiro. _Com essa história... conhecer o Il Divo... – Mônica delirava agarrada ao travesseiro. – Melhor, conhecer o David... _É, muita sorte. – Thais viajava, olhando o céu escuro pela janela arredondada do navio. _Sorte? – Adriana surgiu. – Sorte é ganhar na mega sena. Isso é... surreal. A tempestade acabou por volta de duas da tarde, e eles puderam voltar para seus lugares. Mas ficou alguma coisa faltando... como se o passeio estivesse bom demais para que cada um fosse para um lado. Mas lá estavam as garotas, sem nada para fazer à noite. O telefone da cabine tocou subitamente, causando susto. Não era para nada tocar… ninguém tinha o número daquela cabine. Ou tinha? _Sim? – Atendeu Mônica. _Posso falar com Tatiana ou Mônica, por favor? _É Mônica falando... _Olá, senhorita. Ela de repente reconheceu aquela voz. _Urs... como você... _Sébastien ligou para a cabine de Adriana. Como ninguém atendeu, eu peguei o telefone e arrisquei este número. Tinha certeza que estavam todas ai... _É Urs? – Tatiana jogou-se sobre a cama, molhando o lençol com os cabelos pingando água. – O que ele quer? _Falar comigo. – Mônica brincou, implicando com a amiga. _O que houve? – Urs percebeu a conversa paralela. _Nada... Tatiana está perturbando. Mas… _Ah, ok. Então podemos deixar Sébastien falar com Adriana. _Ok. – Mônica fingiu que concordava e entregou o telefone para Adriana, que já estava ansiosa. Sébastien pegou o telefone de Urs e falou com Adriana. Ele queria convidá-la para algo. Ele pensou em algo para fazerem sozinhos... mas não estava tão seguro quanto àquela história. Então, era melhor que saíssem todos juntos para fazer qualquer coisa. _Mas... o que isso quer dizer? – Adriana estava meio confusa. _Acho que se chama lual... não estou bem certo do que seja, mas dizem que é uma tradição. _Ah... na praia... sei o que é. Devemos vestir nossos trajes de banho, então? _Não... pode ser qualquer coisa, eu acho. Eles têm uns trajes especiais... mas acho que vocês não vão ter trazido isso na mala, certo? Adriana deu uma risada. As outras garotas estavam roendo os dedos de ansiedade. _Vou falar com as garotas... mas pode reservar nossos ingressos. – Ela brincou e desligou o telefone. Adriana explicou o convite de Sébastien. O queixo de Tatiana estava arrastando no chão, mas ela tentou manter a boca fechada. _E você disse que ia nos perguntar isso??? – Thais, histérica. _Mais tempo com o Il Divo e na praia??? E em trajes de banho???? Com fogueira, drinques e música??? – Mônica sonhando. – Claro que vamos! Não vamos? _Sim... claro… vamos… _Tatiana precisa de alguma coisa para voltar ao mundo real. – Adriana riu. _Também... imaginem... ela foi carregada nos braços por Urs Bühler. Isso não é para qualquer um! – Mônica, excitadíssima. _Parem com isso. – Tatiana protestou. – Não sou assunto principal... vamos logo! _Eles vêm nos buscar às 8pm. |
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| Juliana Pellegrino | May 28 2006, 09:39 PM Post #23 |
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Advanced Member
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q nervosooooooooooo...é a preparação aidnaaaa....ommm... |
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| *Mônica* | May 28 2006, 09:47 PM Post #24 |
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Advanced Member
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AI Q ANSIEDADE!!!!!!
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| Tatiana | May 28 2006, 10:03 PM Post #25 |
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Administrator
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A festa na praia - parte II - romance no ar
Capítulo 18 Os rapazes se atrasaram, como era elegante. Alguns minutos após as oito, estavam no navio para pegar as garotas. E elas, totalmente produzidas para o lual. Flores nos cabelos, sarongues, e tudo mais que encontraram na loja do navio. Era importante interagir... mas muito mais importante foi vê-los chegar de shorts, camisas floridas, colares no pescoço. A primeira coisa que David viu foram os olhos de Mônica. Ele não entendeu muito aquela reação, mas foi o que aconteceu. Ela tinha uma flor colorida nos cabelos e parecia brilhar sob a luz da lua. Foi uma das visões mais lindas que ele já viu, e aquilo o deixou confuso. Do you believe in love at first sight, Tell me does that book you are reading Tell the story of your life Do you believe in love at first sight Should I walk on by, Turn a blind eye, to love Love at first sight _David, tome cuidado! – Urs agarrou o amigo pela camisa, antes que ele desabasse na areia. Eles tinham acabado de chegar na praia, e David ainda estava totalmente distraído com Mônica. _Obrigado... – Ele notou que tropeçara em uma caixa de som. – Eu quase quebro alguma coisa. _Seus ossos! – Carlos balançou negativamente a cabeça. – Alguma coisa errada? _Não... – David continuava olhando para o mesmo lugar. – Nada errados mesmo... só me surpreendi com uma coisa. _Se deu conta do quanto você é tonto? – Sébastien brincou. _Não, estúpido... – David fez uma careta. – Vamos, tem lugares vagos perto da fogueira. A noite estava cheia no céu. A lua estampada no alto da Terra iluminava os amantes na praia. Tinha um homem tocando violão. Os acordes eram românticos, apaixonados. O aroma alcoólico enebriava todo o ar. Os relógios marcavam 3:50am. David andava de um lado para o outro pensando. Ele já tinha tomado seis abacaxis, e nem sabia que poderia beber abacaxis. Havia açúcar em seus lábios e seus olhos miravam um único alvo: a garota sentada na areia com a flor azul nos cabelos. Ele olhou para ela toda a noite, mas ela parecia não notá-lo com a mesma intensidade. Ele pensou que... ela estava muito entretida com as brincadeiras de Carlos e as besteiras que Sébastien falava o tempo todo. David pensou em se sentar do lado dela e falar alguma coisa, mas desistiu três vezes. Então, bebeu um drinque, e mais outro. Desistiu dos abacaxis e começou com as tequilas. Os drinques caribenhos eram ótimos, ele pensou. _David... sente-se conosco. – Urs notou o amigo desconfortável. _Ok... – Ele se sentou do lado de Tatiana. Ela estava do lado de Mônica que estava do lado de Carlos que estava do lado de Urs. Ok, uma garota entre ele e a garota que ele queria não costumava ser problema. David sentou-se e tentou conversar coisas agradáveis. _Naqueles dias que passamos no Japão... – Carlos contava histórias sobre uma viagem da banda. _Onde está Sébastien? – Urs olhou em volta. _Com Adriana... – Tatiana ajudou Urs a encontrar os dois. – Lá! Quase no mar... sentados, olhando para a lua... ah, isso é tão romântico! _Mulheres e seu romantismo... – Carlos implicou. I could be the man for you I can make all your dreams come true Maybe I’m a fool For saying I’m in love with you You may be thinking I am strange But every single day Beauty comes my way David olhou para o lado e percebeu-se perdido nos olhos de Mônica. Imediatamente, olhou para o outro lado. O que estava acontecendo com ele? Sentiu-se constrangido e olhou para o próprio copo por alguns instantes. _Ok... preciso de mais álcool. – Tatiana levantou-se. – Venha comigo, Urs. _Estou bem aqui. – Ele disse, distraído. _Mas venha comigo! – Tatiana agarrou suas mãos e o puxou consigo até a mesa dos drinques. _O que você está fazendo? – Ele resmungou, já longe dos amigos. _Você é muito tonto... não notou que David não está confortável conosco ali, perturbando? _Perturbando o que? – Urs olhou e viu que David estava furtivamente se arrastando para o lado de Mônica. _Como disse, você é tonto. – Tatiana riu. – Normalmente, eu ficaria com ciúmes. _Ciúmes? – Urs franziu a sobrancelha. _Aham... tenho ciúmes de vocês. – Tatiana continuou com seus devaneios de quem tinha tomado álcool demais. Urs sorriu e eles voltaram para o grupo. Daquela vez, David estava no lugar certo, do lado de Mônica. Ele não estava certo sobre o que conversar com ela, mas tinha que arriscar. Eles conversaram tanto no passeio da ilha... e ela estava lá, brilhando como o fogo e talvez ela também estivesse interessada nele. Claro que ela queria ficar perto de David o máximo possível, ela só estava tentando ser discreta. |
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| Juliana Pellegrino | May 28 2006, 10:09 PM Post #26 |
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Advanced Member
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wowwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww......té maisssssssssssssssss |
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| Adriana Melo | May 28 2006, 10:11 PM Post #27 |
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Advanced Member
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OH_MY GOD!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
:lol:
:lol:
:lol:
:lol: ESTOU AMANDO!!!! :lol: |
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| Tatiana | May 28 2006, 10:13 PM Post #28 |
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Administrator
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Posso postar mais??? :rolleyes: |
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| Tatiana | May 28 2006, 10:31 PM Post #29 |
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Capítulo 19 _Então… vamos poder saber a idade de vocês? – David perguntou. Ela parou de rir com Carlos e olhou para ele. Nunca pensou que poderia olhar para David Miller e ver seus olhos daquele jeito. Parecia tão frágil... e ela pensou que todos fossem fortes como rochas. _Oh, mas essa pergunta não se faz a uma mulher! – Mônica gargalhou. – Por mim, vocês sabem. Tenho 19. _É a mais nova aqui? _Sou... as meninas são em média 10 anos mais velhas que eu! Mas elas são tão jovens... _É, eu também estou no grupo dos mais novos, se isso é alguma vantagem. Tatiana entregou uma tequila para David, que estava distraído. Ele bebeu a sua, e Mônica fez o mesmo. Ela não costumava beber... se seus pais vissem aquilo! _Muito legal que Sébastien e Adriana estão se entendendo. – David comentou, meio ébrio. _Se entendendo? Jura? – Mônica olhou para os lados par aver se perdeu algo. _Acho que sim... estão lá sozinhos... nesse clima tão romântico... _É... romântico mesmo. _Engraçado que é uma daqueles vezes em que eu não sei o que dizer. – David resolveu ser sincero. _Ah, não brinque... como assim não sabe o que dizer? _Pode-se dizer que estou meio... ansioso com alguma coisa. Do you believe in love at first sight, Tell me does that book you are reading Tell the story of your life Do you believe in love at first sight Should I walk on by, Turn a blind eye, to love Love at first sight _Dá para imaginar, você mais ansioso do que eu. – Mônica também não estava exatamente sóbria. Urs levantou-se e olhou para o rapaz com o violão. _Acho que está na hora de dominar a música. – Ele disse, também não muito sóbrio, como todos. – Estou a fim de cantar. _Melhor salvarmos as orelhas. – Carlos riu. – Urs cantando bêbado... terrível. _Terrível é um bom adjetivo. – Tatiana imaginou. _Calem-se os dois. Urs caminhou até o homem do violão e pediu para assumir a música. O rapaz gentilmente entregou o instrumento a Urs, já cansado de tocar durante toda a noite. Ele se sentou e arriscou alguns acordes para aquecer os dedos. A música escolhida era Crazy. _Oh, adoro essa música! – Mônica disse, animada. _Eu também. _Claro... quem não gostaria? _Sim, ela tem uma letra interessante. E mais interessante ainda agora. _Por que? _Nada. Só fiquei imaginando. _O que? _Está muito curiosa. – David sorriu para Mônica. – Mas é melhor ajudar Urs... ele não vai chegar nem perto dos agudos desta música. _Eu ouvi isso! – Urs protestou. As pessoas ao redor não sabiam, mas teriam Il Divo concert for free. As garotas estavam extasiadas. Tatiana cantou a música inteira com eles em volume bem alto, sem se preocupar se sua voz era horrível. I go crazy, crazy, baby, I go crazy You turn it on Then you're gone Yeah you drive me Crazy, crazy, crazy, for you baby What can I do, honey I feel like the color blue... Quando eles terminaram a música, Urs continuou tocando, e todos gostavam e dançavam. Tatiana não podia dançar, mas ficou sentada na sua frente o tempo todo, só admirando seus olhos. |
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| Tatiana | May 28 2006, 10:53 PM Post #30 |
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Ubers... leiam com cuidado
Capítulo 19 O dia amanheceu limpo e Tatiana caminhava por um campo de margaridas. Campo de margaridas? Ela não estava no Caribe? Mas ela estava andando no campo e cantando e sorrindo para as borboletas… então ela acordou, sentido uma dor horrível. Abriu um olho e então outro olho e fechou os dois rapidamente. Então abriu de novo e sentou-se na cama. Sua cabeça doía. Coçou os olhos e preparou-se para tomar uma ducha refrescante quando... tocou alguma coisa do seu lado. Tatiana assustou-se e percebeu que não estava na sua cabine. Ela olhou em volta quatro vezes e sentiu um medo terrível quando percebeu que estava em um quarto enorme, com uma decoração pastel. Nada parecido com a cabine minúscula com a janela redonda. Arregalou os olhos e tocou a coisa outra vez. Era macia... ela apertou e era mesmo macia. Mas quente. Não parecia um travesseiro… Ela levantou, puxando os lençóis consigo por estava sem roupas. Ela não costumava dormir sem roupas... sua cabeça começou a girar quando ela percebeu que tinha alguém naquela cama. Bem, ela notou que não era sua cama... um cabelo castanho se mostrava por entre os travesseiros. Castanho... ela tentou entender por que castanho quando... _OH-MY-GOD! – Ela gritou, com a mão na frente da boca. Seu queixo quase tocou no carpete. Urs acordou com o escândalo de Tatiana e jogou os lençóis longe. Ela arregalou os olhos e fez um escândalo ainda maior. Começou a balançar a cabeça. Urs sentou-se na cama meio tonto, e olhou para ela sorrindo. _Bom dia? – Ele arriscou. – Céus... como está quente. _OH-MY-GOD!!!!!!! – Ela gritou de novo. – O que... mas... DROGA! Urs olhou para ela e cobriu-se novamente. |
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11:22 AM Jul 11
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11:22 AM Jul 11