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| [FF] SEQUESTRADOS | |
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| Tweet Topic Started: May 13 2006, 06:58 PM (626 Views) | |
| Tatiana | Jul 7 2006, 03:14 PM Post #46 |
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Administrator
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[size=4]Ok, peguei PESADO nesse
Bem mais que nos outros... então, meninas... se forem sensíveis... melhor não ler. A coisa pega FOGO entre a detetive e Urs ...
Tá igual romance de livraria ahahahah!
[/size]Capítulo 26 A noite quente pairava sobre Cingapura, e nenhum vento movia a folhagem. Abbey sentia as mãos frias. Ela estava na varanda, como sempre, cigarro de canela e vinho. Respirava pausadamente, sentindo a adrenalina lhe percorrer as veias. Concentrava-se como um animal a ir caçar. _O que faz fora da cama, Sr. Bühler? – Ela não abriu os olhos. _Você me assusta. – Ele brincou. Ela o sentiu aproximar-se. _Não respondeu minha pergunta. _Estou me sentindo melhor... _Deveria voltar a dormir. _Tive um sonho estranho. Sonhei que Carlos e você conversavam no rádio. _Não foi sonho. – Abbey abriu os olhos e assustou-se com a figura de Urs parado em sua frente. Trajando quase nada, como sempre, ao menos vestia um short e uma camiseta fina. Sim, fazia muito calor e ele não deveria estar acostumado. – Eu realmente falei com Sr. Marin hoje. _JURA? – Urs ajoelhou-se quase sobre ela. – O que falaram? Como falaram??? Fizeram contato novamente???? _Acalme-se, Sr. Bühler... mas ele me deixou muito preocupado. Amanhã cedo estarei partindo com Justin para o resgate. _Sério? – Urs levantou-se novamente. – Você quer dizer que o esquadrão chega amanhã e vocês vão resgatá-los? – Urs pareceu bastante alterado. Abbey levantou-se e segurou suas mãos. _Sim. Mas não se preocupe. Vamos fazer isso direito... como sempre fazemos. Traremos seus amigos de volta, todos salvos. _Você também voltará a salvo? – Ele olhou para ela, os olhos pareciam implorar algo. _Não sei, Urs. Eu só posso prometer seus amigos. Você não terá mais perdas. _Então terá que me prometer que volta. Eu já perdi Valerie e todas as chances de reparar o que fiz de errado. Não posso perder mais ninguém. Abbey deixou seus olhos pousarem sobre os dele por alguns instantes, tentando entender por que aquele drama todo. Aquele era seu trabalho; ela não faria nada do que já não estava acostumada a fazer. Sentiu uma vontade incontrolável de abraçar Urs. De tê-lo em seus braços, ou de ser tomada em seus braços. Fazia tanto tempo que ela era sozinha, durona, que não se lembrava mais como eram aquelas coisas. Mas ela tinha que controlar, controlar tudo... _Por que está tão bonita hoje? – Ele tinha que perguntar, notando que ela usava algo florido. E não eram calças. – Por que decidiu colocar esse... vestido? _Porque estou com calor. – Era verdade. – Hoje foi o dia mais quente... resolvi render-me ao apelo tropical. Geralmente, não uso essas coisas. Mas não devo me estressar hoje. Só me concentrar. _Pensei que tinha decidido seguir meus conselhos. – Ele sorriu, se aproximando. _Você também teria algo a seguir, Sr. Bühler. Sinalagma. _Eu pensei que já tinha mostrado a você que posso ser homem o suficiente. – Ele estava muito perto. Abbey sentiu o cheiro de colônia pós-barba. _Melhor voltar para seu quarto, Sr. Bühler. – Ela soltou suas mãos, virando-se para servir mais vinho. _Não quero voltar pra lá. – Ele disse, uma voz manhosa. _Não seja chorão. – Abbey riu. – O que teme? Fantasmas? Aranhas? Urs puxou Abbey, fazendo com que ela olhasse para si. Ela franziu a sobrancelha, a taça de vinho tremeu e derramou um pouco. Ele a olhou por alguns instantes, não sabendo se a odiava ou se a amava, mas sabendo que seus sentimentos por ela eram intensos. Alguma coisa talvez estivesse fora de lugar, mas ele não se importava. Seja lá o que fosse, já estava feito. E acabado. Não havia mais sobre o que chorar. Em um impulso, ele puxou-a para si definitivamente, beijando-a no meio da varanda. Ela tinha que controlar... mas ele estava no comando e ela não imaginava como retomar a dianteira. Estava muito escuro, apenas uma luz fraquíssima e o cigarro aceso de Abbey iluminavam as sombras na varanda. Urs empurrou Abbey até comprimi-la contra a parede, do lado da porta. Abbey quase não tinha mais fôlego, e agradeceu algumas vezes por ele estar sempre pouco vestido. Foi fácil enfiar a mão por sob o tecido de malha fina e livrá-lo da camiseta. Ele tinha uma pele macia, suave. Urs segurou Abbey pela cintura e a elevou. Sentindo-se insegura, ela o abraçou com as pernas, entrelaçando-se, fazendo com que ficassem em uma condição muito perigosa. _Urs... – Abbey falou seu nome, sem conseguir respirar, sem desprender seus lábios dos dele. _Agora sabe meu primeiro nome... – Ele a segurava pressionando contra a parede, e já não se podia identificar, na escuridão da noite, quantas pessoas estavam ali. _Estamos no meio da... varanda. _Eu sei. – Ele ignorou. Colocou as mãos sob seu vestido, invadindo toda a privacidade de Abbey. Ela sabia que usar vestidos era uma perda de tempo... só servia para tornar as mulheres frágeis. E ela estava ali, bem desprotegida. Ele poderia fazer o que quisesse, e fazia. _Urs! – Ela agarrou-lhe a face, quando percebeu nenhuma barreira que separassem os dois corpos. – Estamos na varanda. – Ela respirou, mas não conseguia soltar-se. Não queria. _Eu sei. – Ele sabia que ela controlava. Empurrou a porta do quarto com uma mão e carregou Abbey para dentro com outra, sem desvencilhar-se dela um só minuto. Bateu a porta fazendo um estrondo muito alto para o horário, e sem uma luz achou a cama desorganizada e cheia de travesseiros de Abbey. Jogou-a sobre os lençóis que não eram arrumados há dias. Urs sentia-se culpado, sentia-se amargo, sentia-se excitado, sentia-se agitado, sentia-se ferido, sentia-se dominado. Aquela detetive o tirou do sério desde o primeiro instante. Ele lutava contra o desejo de ficar com ela e a devoção a algo que não mais existia. Lutava contra tudo, até a noite em que ela tomou de assalto seu quarto, seu corpo, sua mente. Desde então, não parava de pensar em Abbey Brown. A dor pela perda de Valerie ainda o confundia, mas ele não conseguia evitar desejar amá-la tantas vezes quanto fossem possíveis. |
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| tatidtmr | Jul 7 2006, 05:24 PM Post #47 |
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Advanced Member
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Entao é mehlor eum num lerf.... masimsd medsnp sassim dkeeresmos maisd xxx rtati |
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| Juliana Pellegrino | Jul 7 2006, 11:21 PM Post #48 |
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Advanced Member
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to adorandooooooo
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| Tatiana | Jul 8 2006, 11:44 AM Post #49 |
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Administrator
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Capítulo 27 Abbey abriu os olhos com os primeiros raios da manhã. Ela mal dormira. Virou-se preguiçosa e olhou para Urs ao seu lado. O que ela fez poderia ser reprovado. Duas vezes. Deveria se denominado de imoral. E ela sabia que era. Ela o beijou suavemente mas ele não acordou. Era exatamente como ela esperava. Vestiu-se e carregou sua mala preta para for a do quarto. Justin estava a lhe aguardar do lado de fora. _Recebeu minha mensagem? – Ele a abraçou. Ela já o esperava ali. _Não deixei meu celular ligado. _Você sempre faz isso. – Justin resmungou. _Eu sei. Mas tive uma noite cheia. _Imagino por que... você parece bem. _E você é sempre muito doce. Ainda bem que não sou diabética. Obrigada por vir, isso é muito importante. _Você me disse. Isso tudo é por que você está se apaixonando pelo rapaz? _Justin! – Abbey falou em voz baixa, entre os dentes. – Não tem nada a ver... do que raios você está falando? _Eu sei mais de você do que você mesma, Brown. O jeito como falou no telefone... o jeito como você está envolvida em tudo isso... o jeito como você deixou o quarto agora... _O que tem isso a ver? _Sou um detetive, esqueceu? Quanto tempo pensa que estou aqui? _Tenho certeza que é tempo o suficiente para ter visto tudo que você não deveria ver. _Você está sempre certa. – Ele apagou o cigarro. _Mas agora são negócios, como nos velhos tempos. _Só nós dois? _Não podemos contar com ninguém mais. Não confio no Governo aqui. _Como sempre. Então, vamos resgatar alguns reféns. --------------------------- Urs acordou com um sorriso tolo na face, e se sentiu pior ainda por aquilo. Ele deveria estar se lamentando, mas ele não estava. Estava destruído, e se sentia ainda vazio. Mas Abbey Brown serviu de cola, e colocou em pé, reunidos, vários dos pedaços que estava quebrados dentro de si. Ela estava ali para colocar uma tampa sobre o buraco escuro e fundo que havia tomado o lugar do seu coração. Mas... ele olhou em volta e ela não estava ali. Então se lembrou que ela iria resgatar seus amigos. Ele pulou da cama rapidamente e correu para tentar encontrá-la antes que se fosse. Mas já era tarde. _Onde ela está? – Urs invadiu o quarto de Berkeley. _Bom dia Urs... como se sente esta manhã? _Onde ela está? – Ele insistiu, nervoso. _Ela quem? _Abbey! _Ela acabou de partir com Justin Ward... acho que uma hora atrás. _Mas... ela nem se despediu... e... pensei que um esquadrão iria fazer algum barulho. _Não existe esquadrão, Urs. – Berkeley consertou-lhe a informação. _O QUE? Nenhum esquadrão?? Como eles vão resgatar os reféns? Com o Governo de Cingapura? _Não... só os dois. _DE JEITO NENHUM!!! – Urs passou as mãos pelos cabelos, tremendo novamente. – Nem pensar... não vou suportar outra perda, não vou! _Urs... – Berkeley tentou acalmá-lo. – Eu não sei do que está falando, nem a natureza do relacionamento que você desenvolveu com a Det. Brown, mas ela é uma profissional, e faz isso sempre. Ela sabe exatamente o que está fazendo, e Justin Ward é sua equipe há anos. Eles são invencíveis juntos. _Eles não são... foi por isso que ela estava tão concentrada, preocupada... por isso ela deixou tudo por minha conta dessa vez. _Tudo o que?? – Berkeley não entendeu. _Foi por isso que ela fez isso!!! Ela sabe que pode não sobreviver! Urs não falava coisa com coisa, e correu em direção ao seu quarto. Desistiu e voltou para o quarto de Abbey. David já estava acordado, na varanda. Berkeley apareceu atrás de Urs. _O que houve, Urs? – David questionou. _Deixe-me, preciso encontrar as roupas de Abbey. _O que? Para que? _Saia da minha frente, Dave! Ajude-me a encontrar suas roupas de camuflagem! _Você diz aquelas que parecem do exército? _Sim! _Mas... por que? _Só me ajude, ok? David abriu a mala de Abbey e Urs encontrou algumas roupas esverdeadas. Havia uma camisa malhada de marrom e verde e calças verdes. _David, vá pegar minhas botas. _O que raios você está fazendo, Urs? – Berkeley estava curioso e nervoso. _Vou atrás dela. _O QUE? VOCÊ FICOU MALUCO??? – Berkeley agarrou seus braços e o sacudiu. – Urs, deixe isso!!! Ela está trabalhando!!! _Não, ela está cometendo suicídio. Você não entende?? Ela quer salvá-los, mas ela sabe que se vai salvá-los, isso pode significar não sair dessa. Ela quer me proteger, evitar que eu perca mais alguém!!! Mas assim, ela não entende que vai me fazer perdê-la!!! _Não entendo uma linha do que você está falando. _Por que você é tonto o suficiente para não entender a razão dela ter trocado de quarto com você naquela noite!!! Urs simplesmente cuspiu as palavras e começou a vestir a camisa, que não coube. David e Berkeley olharam um para o outro e finalmente entenderam o que aconteceu. Mas se recusaram a acreditar. _Você quer dizer que... – David estava impressionado. _Sim, aconteceu exatamente como você está pensando, ok? _Essas calças não vão servir... _Eu não ligo, vou vestir as minhas pretas. Não sou do exército, só quero trazê-la de volta. Berkeley, ligue para todo mundo, chame todos que você conhece e mande vir para cá imediatamente. Se eu precisar começar uma guerra para trazê-los salvos, então que a guerra comece! Urs continuou fuçando as coisas de Abbey até encontrar uma arma. Ele olhou para o objeto metálico em suas mãos sem idéia nenhuma de como usar aquilo, mas colocou no cós da calça. _Não te deixarei ir. – Berkeley disse. _Tente me impedir. E ele terminou de vestir as botas e deixou o quarto, em direção à estrada. Berkeley e David tentaram impedi-lo, mas Urs estava possuído. Ele se livrou dos dois, que ficaram sem saber como resolver todo aquele problema. |
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| Juliana Pellegrino | Jul 8 2006, 01:34 PM Post #50 |
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Advanced Member
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ahahhaha...temperamental e teimoso...típico do jeito q imaginamos o Urs...ehehehehe
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| ana.luisa | Jul 9 2006, 10:33 AM Post #51 |
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logo na melhor parte o capitulo termina <_< <_<
:lol:
:rolleyes: :rolleyes: :lol: :lol: :lol: :lol: |
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| tatidtmr | Jul 9 2006, 11:29 AM Post #52 |
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Advanced Member
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Pois pk? kd menos esperavamos... acabou... parece a globo kd entra com comerciais nos filmes... ´r dempre na melhor parte... xxx tati |
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| Tatiana | Jul 9 2006, 01:30 PM Post #53 |
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Administrator
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Capítulo 28 Justin Ward era o melhor. Quando Gary morreu, o esquadrão se separou e ninguém mais trabalhou com aquilo. Mas Justin continuava em segredo trabalhando com reféns, e Abbey era uma das poucas que sabia. Ela só pensou nele quando ficou com aquela situação nas mãos. Estavam os dois no mesmo lugar onde foi encontrado o corpo de Valérie, tentando encontrar uma trilha. _Esse lugar fede como carne queimada. – Justin disse, olhando para as árvores. _Eu também não gosto daqui, se é essa a questão. _Meu nariz diz que eles não estão muito longe da via principal. Justin mostrou marcas de pneus no chão. Abbey olhou para elas certa de que estavam em um jeep. _Deve ser o veículo que usam. _Provavelmente... você disse que uma garota foi encontrada aqui. _Sim, ela foi. Eu não vim, mas Berkeley me deu as direções. _Está ok. Vamos seguir os pneus, eles devem nos levar a algum lugar. Abbey concordou. Eles seguiram a trilha entrando na floresta. Eles não conversavam, porque a selva era silenciosa e eles poderiam ser ouvidos a quilômetros de distância. Eles sabiam quanto importante era estar silencioso naqueles momentos. Abbey tinha uma arma em suas mãos, pronta para atirar em qualquer coisa que se movesse. Ela estava apreensiva, mas ela não ligava para sua própria vida. _Você ouviu isso? – Justin parou, bruscamente. Abbey se aproximou. _Não... só galhos quebrando sob meus pés. _Eu ouvi passos. Abbey arregalou os olhos e ficou alerta. Ela segurou também sua faca, e preparou o rifle. As orelhas de Justin eram radares, ele nunca perdia um barulho. Se ele ouviu passos, era porque haviam passos. _Vamos observar. Continuaram caminhando lentamente até encontrar uma clareira. Lá, viram o jeep sendo enchido com caixas, e várias pessoas. Também viram um homem amarrado, sendo carregado por homens armados. _Não se esqueça da 9mm. – Um dos bandidos disse a outro, que parecia um nativo. _O que faremos com este aqui? – Um homem portando um rifle mostrou o acorrentado. _Mate-o. – O outro disse. _Espere. – Um terceiro interrompeu. – Eu não quero ver sangue... eu só vendo armas, não as uso. Espere-nos ir embora para matá-lo. Então voltem ao campo e matem todos os outros. Justin carregou seu rifle e mirou um dos bandidos. _Espere... – Abbey sussurrou. – Espere o jeep... _Eu sei. – Justin moveu os lábios. Os homens terminaram de carregar o jeep, subiram nele e foram embora, fazendo bastante barulho. Dois homens ficaram com o acorrentado. Quando o jeep estava longe o suficiente para perceber qualquer coisa, Justin atirou e acertou um deles no meio dos olhos. O homem caiu imediatamente, e o acorrentado jogou-se no chão. O terceiro homem, armado com uma 9mm, correu atrás do tiro. Abbey tentou acertá-lo, mas não conseguiu mira. Muitas árvores, e ele era nativo. Conhecia bem o local. Ela e Justin se prepararam para enfrentá-lo, pois o homem desapareceu no meio das árvores. _Onde ele está? – Justin perguntou a Abbey, que estava alguns metros distante. _Não consigo vê-lo… vamos resgatar o refém. _Não vá lá, Abbey! Não é seguro!! Justin escalou rapidamente uma árvore, para ter melhor visão, enquanto Abbey correu até o homem caído no chão. Ela não ouviu Justin porque ela nunca o tinha ouvido antes. Ele tentou lhe dar cobertura, mas quase não via nada. Para piorar a situação, começara a chover, e enxergar qualquer coisa ficou bastante difícil. _ABBEY!! – Justin gritou. – ABBEY, NÃO CONSIGO TE VER!! Ela não respondeu. Justin ficou apreensivo. Ele não deveria tê-la deixado sozinha, então ele desceu da árvore. Antes de alcançar Abbey, ouviu um tiro. Justin correu, rezando para que não fosse tarde demais. O que ele viu quando chegou foi Abbey deitada, o refém deitado e acorrentado, tentando se esconder, um homem sangrando no chão e outro homem que ele não reconheceu com uma arma nas mãos, tremendo como se estivesse nu na neve, molhado como se tivesse acabado de sair do mar. _Urs! – Abbey gritou, quando viu quem era. Ele deixou cair a arma. Ela se levantou e correu até ele. Justin tentou arrebentar as correntes do refém. – Urs... o que você está fazendo aqui? – Ela passou as mãos por seu cabelo molhado. Chovia muito. _Ele a mataria. _Eu salvaria seu amigo. _Quem salvaria você? _Isso não te importa... – Ela pegou a arma. – Você precisa voltar! Pegue seu amigo e leve-o com você. _Abbey... – Urs segurou suas mãos e a fez olhar para si. – O que você fez... noite passada... na noite anterior... foi por mim ou por você? _Mas que raios... _Responda-me. _Pelos dois. Eu pensei que você poderia se sentir melhor, caso não me visse novamente. Urs sorriu, e tomou a arma de volta. _Eu não vou voltar. |
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| tatidtmr | Jul 9 2006, 06:17 PM Post #54 |
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Advanced Member
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tatty acho ke nem preciso comentar... eu kero mais.... e tb kero mais do outro tb... xxx tati |
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| Juliana Pellegrino | Jul 9 2006, 07:56 PM Post #55 |
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Advanced Member
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| ana.luisa | Jul 10 2006, 05:51 PM Post #56 |
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mas k???!!!! e o resto!?????? <_< <_< <_< :lol: |
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Bem mais que nos outros... então, meninas... se forem sensíveis... melhor não ler. A coisa pega FOGO entre a detetive e Urs ...



to adorandooooooo


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