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[FF] Um Acidente e Outras Histórias
Topic Started: May 7 2006, 07:11 PM (624 Views)
Tatiana
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[ *  *  * ]
Capítulo 13

_Maria? Are you ready?
_No... – Sussurrei. Logicamente ele não ouviu. Mas eu ouvi a maçaneta girando. Ok, eu não tinha trancado a porta. Eu devia ser muito estúpida.
_Is everything ok? – Ele apareceu como uma luz, e quase precisei fechar os olhos.
_Not sure. This thing is driving me crazy. – Eu falei, envergonhada. Não adiantava disfarçar, ele já estava lá dentro mesmo. Pelo menos, eu estava vestida... ou quase.
_I help you. – Ele se aproximou sorrindo. Ele devia ter algum problema... só sorria, o tempo todo. E cada vez que ele me sorria, eu sentia o chão desaparecendo devagar... e meus pés ficavam flutuando no ar. Instabilidade... Urs segurou-me pela cintura com uma mão e o zíper com outra. Puxou o vestido para lá e para cá até fechar o bendito. Um homem lindo que entendia de zíperes? Ele era mesmo um achado... um pecado. – Now that’s fine. Let’s go? The guys are fast.

Percebi. Olhei para ele abobaba. Corri para dentro do banheiro e passei um batom correndo; reapareci com os sapatos na mão. Não, eu estava afobada. Ele me esperava pacientemente, com as mãos no bolso, os cabelos atrás da orelha. E ele não vestia Armani... o Armani era dos shows. Mas eu queria tanto o Armani... talvez pudesse pedir, uma hora. Mas não naquela hora, em que esperavam por mim.

Desci sem dizer nada, e continuava tremendo. Parecia que tinha frio, mas com tanto calor emanando daquele corpo que caminhava do meu lado, era inaceitável que eu sentisse frio. Carlos já esperava no saguão. David e Sébastien desceram logo atrás da gente, falando como se estivessem com pilha nova. O sotaque do Sébastien... era maravilhoso. Eles eram todos maravilhosos, de cima abaixo, de trás para frente, de um lado e de outro. E eu perdida naquele meio.

_Where are we going? – David perguntou, sorrindo. Que sorriso!
_Somewhere. – Eu brinquei. Nem fazia idéia direito se os levaria a algum lugar diferente ou se os deixaria perdidos em alguma casa noturna de Copacabana. Tinham várias... eles poderiam escolher. Não queria chamar atenção, estava egoísta. Por um segundo, lembrei que tinha casa. Todos deveriam estar pensando que eu fora seqüestrada... que pensassem. Não ligavam tanto para mim assim, a ponto de eu interromper aquele sonho mitológico para dar satisfações.

Como a imprensa continuava na porta do hotel e eu tinha a função de guia, fomos a qualquer lugar por ali. David queria sair, ele escolheu o primeiro lugar na porta de que passamos. Boate... pouca luz... muito barulho... música... perfeito ambiente para eu não demonstrar meu nervosismo com todos os fatos que se deram desde a minha chegada em casa, naquele sábado.

Tinha fila de espera. Ficar parado pelas calçadas de Copacabana com o Il Divo a tiracolo não era aconselhável. Então, a equipe entrou em ação e nos colocou para dentro. Muito fácil, daquele jeito. Nem para entrar no baile a Cinderela tinha dificuldade. E eu andava com quatro príncipes. Minha história estava às avessas. Pelo menos eles gostaram do lugar. Mal entraram e já foram se acomodando. Passou um garçom e Carlos pediu drinques. Eles iam beber... talvez colocar álcool no sangue não fosse boa idéia para mim, mas não resisti em aceitar quando Urs retornou do bar com uma margherita e um sorriso brilhante.

_Too many girls... – Sébastien constatou. – This place is good enough.
_You didn’t wanna come. – David implicou. – Now, stay quiet and behave.
_I’m in the mood for dancing. – Sébastien observava a pista de dança.
_This music is too noisy. – Carlos constatou o óbvio em uma boate. Realmente, barulho demais me dava dor de cabeça.
_We can reach the other place... maybe there’s something better there. – Eu sugeri. David e Sébastien nem me ouviram. Carlos preferiu aceitar minha idéia e Urs nos seguiu. Ele parecia me seguir, ou estar por perto, desde a visita no hospital. Em todo lugar, a qualquer hora, mesmo estando em outro continente.
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Tatiana
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[ *  *  * ]
Capítulo 14

O outro ambiente estava mais tranqüilo, e tocava uma música acústica. A luz ainda era pouca, mas não havia todos aqueles efeitos exagerados da pista de dança. Achamos uma mesa ótima perto do bar, e os drinques começaram a vir um atrás do outro. Um tempo depois, nem imaginava onde David e Sébastien poderiam estar, mas eles eram grandinhos e não precisavam de babá. A primeira margherita foi por causa do Urs... a segunda, por causa do nervosismo. A terceira, por causa da segunda. E aí foi... uma após a outra. Já tinha esquecido do cartão estourado e do saldo negativo. Quanto mais tequila descia, mais engraçados eles ficavam. Carlos contava piadas metade em inglês metade em espanhol, e o Urs fingia que entendia, porque depois de tanto álcool, nem eu entendia o português mais.

A música começou a ficar mais alta, e minha cabeça começou a zunir. Fazia um barulho engraçado. Senti o corpo leve a tudo ficou mais simples. Eu estava bêbada, lógico. Não costumava beber, e beber tudo aquilo depois de nada comer... O sorvetinho derretido já era passado distante no meu estômago. Urs levantou-se e ajeitou a camisa, olhando para mim com uma cara muito marota.
_You should dance. – Carlos deduziu. Ou provocou.
_I’m not sure. – Tentei disfarçar.
_No... you should. I bet David and Sébastien are dancing together somewhere…
_I agree. – Urs sorriu. Eles também tinham bebido mais do que deveriam.
_I don’t think it’s prudent, and...

Muito antes de eu conseguir pensar em como terminar a frase, ele me puxou da cadeira. Bendita hora em que sugeri ir para outro ambiente... mais calmo... mais silencioso... mais irresponsavelmente romântico!
_We shouldn’t say no to Carlos. – Urs brincou, arrastando-me até a pista de dança. Arrastando, literalmente.
_I can’t dance. – Menti de novo... precisava me defender.
_Dancing doesn’t hurt. I’m not good, but I can do basic.
Urs segurou-me pela cintura e me puxou para perto. Fechei os olhos e pensei que iria derreter. Não estava calor, mas eu era uma gelatina liquefeita, pronta para escorrer ralo abaixo. Eu não achei que tinha autorização para tocá-lo outra vez, mas estávamos dançando... e dançar significava contato. Muito mais contato do que eu gostaria de ter.

Se tudo já não era irresistivelmente fantástico e surreal, e a situação já não estava bastante comprometida com meu corpo colado ao dele e uma música romântica demais tocando, o bendito DJ resolveu ser criativo e emendar uma música na outra. Estávamos em silêncio, e rodopiávamos pela pista de dança enquanto outros casais se beijavam e sussurravam coisas românticas no ouvido um do outro. Sugestivo demais; eu me esforçava para mantê-lo longe de qualquer coisa que parecesse mais perigoso do que o que já fazíamos, mas cheia de tequila eu não conseguia raciocinar direito.
Confusa, comecei a dizer para mim mesmo que nada era real. Repetia ininterruptamente a mesma coisa, que nada era real.

_Isso não está acontecendo... você está na sua cama, sonhando. – Eu sussurrava para mim mesma.
_What? – Urs ouviu. Lógico, eu falava sozinha com a boca colada no ombro dele. Ele tinha que ouvir. Ele só não entendeu.
_Nothing... I’m just quite crazy. – Eu disse. Como sempre fazia besteira, levantei os olhos e o encarei. Aquilo não era saudável. Não dava para olhar para ele naquele momento, com aquela música, naquela situação, e não desejar ser beijada. E eu desejei. Estávamos tão perto... tão íntimos... seriam só alguns centímetros e nossos lábios se tocariam. Mas eu pude sentir que alguma coisa interferiu. Ele chegou a baixar o rosto, ficamos face a face. Mas sua respiração não estava normal. Nem a minha. Ele tinha o hálito quente, com cheiro de limão.

Nada do que eu desejei deveria acontecer. Nada do que imaginei poderia ocorrer. Ele passou os dedos por meus cabelos e recostou minha cabeça em seu ombro. Fechei os olhos, mas continuamos dançando. Por minutos, talvez horas. Dançamos até meu pé doer tanto que precisei voltar para casa.
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carla_menegotto
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VIRGEM SANTA... :huh: :huh: :huh: :huh: :huh:
VOU TOMAR ÁGUA... SUCO... O QUE TIVER NA GELADEIRA...
HAHAHA MENOS TEQUILA E MARGUERITA... :rolleyes: :rolleyes:
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Tatiana
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carla_menegotto
May 15 2006, 01:16 AM
VIRGEM SANTA... :huh: :huh: :huh: :huh: :huh:
VOU TOMAR ÁGUA... SUCO... O QUE TIVER NA GELADEIRA...
HAHAHA MENOS TEQUILA E MARGUERITA... :rolleyes: :rolleyes:

:rolleyes: :rolleyes:
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Tatiana
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[ *  *  * ]
Capítulo 15

** Sébastien acordou e esfregou os olhos. Olhou em volta, e ficou feliz de ter voltado ao hotel. A porta da varanda estava aberta. Do lado de fora, se via Urs encostado na beirada da sacada.
_What are you doing? – Sébastien aproximou-se, fechando os olhos feridos pela claridade. – What time is it?
_I don’t know.
_You look worse than me. – Sébastien tentou brincar.
_I didn’t sleep.
_Why? Ants in your bed?
_No... I just didn’t feel sleep enough.
_Ok. Is that anything related with Maria Fernanda, right?
_What makes you think about it? – Urs espremeu os lábios.
_You two dancing face to face… that was so… like a couple.
_And you did noticed it.
_I was drunk, not blind. – Sébastien gargalhou. – Where’s she? Did we take her home?
_No, she’s sleeping on the couch.
_Glad we have a couch.
Sébastien deixou Urs e suas conjecturas e foi tomar uma ducha. Estava com os ossos moídos. Aquelas noitadas eram agitadas demais para si. Ele não era um velho, como os amigos protestaram, mas ele também não estava mais acostumado com aquilo. O ritmo de trabalho era muito intenso. E sim, ele não era mais um adolescente. **

Abri os olhos assustada, como se tivesse instantaneamente me dado conta de coisas que não deveriam ter acontecido e das coisas que não aconteceram. Olhei em volta e não reconheci nada. Minhas memórias da noite anterior estavam latejando na cabeça, mas eram todas meio nubladas. Maldito álcool... Eu lembrava da música, e quase que só da música. Vozes de um lado para o outro, e eu me senti assustada de novo. Sentei-me e percebi que estava em um sofá. Aquela não era minha casa e muito menos minha cama. Passei a mão por mim e não estava usando o vestido de antes, mas uma camisa. Uma camisa... muito grande para ser minha. Uma camisa enorme. Meu coração disparou, na iminência de parar. Sofreria mais sabendo que algo tinha acontecido ou que eu não me lembrava??

Com a respiração presa, olhei para trás e topei com Urs sentado em uma cadeira, mesinha que ficava no hall. Ok, eu estava no hotel. E muito provavelmente no quarto dele. Se eu não estava enganada, ele vestia a mesma roupa...
_Good morning. – Ele sorriu.
_Morning... where I am?
_In our room. It was too late, we didn’t know to reach your home back and you were too drunk to lead us there. So, we brought you here.
_Oh… thanks, so. – I puxei o lençol que me cobria para tentar esconder o máximo possível. – And... didn’t you sleep?
_Not much. Did you sleep well?
_I fainted. – Tive vontade de rir. – And... I really thought I left with a dress last night.

_You did. – Urs sorriu. Levantou-se e caminhou em minha direção... uma perfeição. – But that dress looked unconfortable... and we changed it.
_We? – Arregalei os olhos.
_Don’t worry... I borrowed the shirt and you dressed it yourself. I can consider you don’t remember…
_No, I don’t. – Agarrei o colarinho da camisa e passei pelo rosto, inconscientemente. Queria sentir o tecido, que fosse... ele vestia aquela camisa. Por isso era tão grande. Ele era grande.

Teoricamente, eu deveria surtar depois de uma noite daquelas. Passar o dia trancada no quarto pensando... sonhando... suspirando... delirando... mas eles não iriam me dar tempo. Não tive tempo de raciocinar sobre o tornado que passava sobre minha vida naquele momento. Antes que eu me perdesse nos olhos de Urs naquele exato instante e fizesse tudo que não tive a chance de fazer na boate, Sébastien apareceu falando francês, com aquela pronúncia fantástica, e poucos segundos depois Carlos apareceu, terminando de secar os cabelos com uma toalha branca. Eu mal tinha acordado e já tinha vontade de dormir novamente, esconder-me de tudo aquilo. Não, eu não queria me esconder, mas eu não sabia como lidar. Era demais, era exatamente o que eu queria e muito mais do que eu temia.

Tentei me tornar uma boa pessoa e liguei para casa. Minha mãe estava estressada, mas como eu pensava, minha irmã explicou para ela que eu não era mais uma criança e que podia passar a noite com um cara. Com quatro caras. E eu nem passei a noite com ninguém. Mas liguei para eles, já vestindo meu traje anterior, instantes antes de ser arrastada por David para o restaurante do hotel. David era tão lindo... simpático e sorridente, com aquele humor de “quero fazer isso agora”, parecia um garoto. E não era tão novinho mais... Mas eles eram o máximo, e aquilo era o importante.

Pensei imediatamente que a excursão Il Divo ao Brasil para visitar a menina atropelada ia passar a seco. Mas a imprensa conseguiu fisgar a produção para entrevistas, e mal tiveram tempo de comer no café da manhã. Carlos me perguntou se eu iria com eles, mas eu falei que entrevista era demais para mim. Sébastien disse que era interessante minha presença... afinal, eu era o ‘main subject’ da história. David disse que eles pagavam bem, gargalhando. Mas foi Urs quem me convenceu, como todas as vezes anteriores. Ele abaixou – lógico – e sussurrou no meu ouvido que seria divertido. Ok, eu aparecendo na imprensa??? Era demais. Mas ele me segurou pelo ombro de novo, aquela mania, e me empurrou para seguir os outros. Eu ficaria para sempre sendo empurrada por ele, mas se eu era Cinderela e estava no conto de fadas, onde estavam as irmãs malvadas?
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carla_menegotto
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Pera aí mais um copo de suco de maracujá... e pode colocar o próximo... :huh: :huh:
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Tatiana
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Próximo? :rolleyes:
Vai ter que aspettar um pouco... estou escrevendo :D
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carla_menegotto
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[ *  *  * ]
tati
May 14 2006, 10:35 PM
Próximo? :rolleyes:
Vai ter que aspettar um pouco... estou escrevendo :D

Aí menos mal... se não vai me dar mijadeira de noite de tanto suco...
hahahahaha... mas tá ótimo :D B)
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Tatiana
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carla_menegotto
May 15 2006, 01:45 AM
tati
May 14 2006, 10:35 PM
Próximo?  :rolleyes:
Vai ter que aspettar um pouco... estou escrevendo :D

Aí menos mal... se não vai me dar mijadeira de noite de tanto suco...
hahahahaha... mas tá ótimo :D B)

Mas está quaaaaaaaase pronto :lol:
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Tatiana
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Capítulo 16

_I’m scared. – Eu disse, agarrando inconscientemente o paletó de Urs. Não conseguia agarrá-lo quando a consciência mandava, mas bastavam as emoções dominarem, que não havia barreira para segurar em qualquer lugar.
_That’s ok... they’re just reporters. Two words and we left.
_Left for where? – Sébastien ouvia a conversa, curioso.
_Somewhere you won’t be.

Sébastien deu de ombros e concentrou-se nos jornalistas. Simpáticos e sorridentes, eles cumprimentaram todos, deram autógrafos, tiraram fotos, conversaram. Eu, escondida atrás deles, desejando não aparecer. Quiseram falar comigo, Urs colocou-se entre mim e o jornalista e, educadamente, disse que o assunto era com eles. O repórter não achou muita graça, mas não ousaria desrespeitar um homem daquele tamanho... e sorte ele não ter me visto com dez dedos agarrados ao paletó do Urs, escondendo a cara nas costas dele, rezando para que ninguém me notasse.

_It doesn’t hurt. – Carlos brincou, quando deixamos o salão do Copacabana Palace.
_I’m still starving. We couldn’t eat anything. – Urs resmungou.
_As our vacantion only finish tomorrow morning, what are we doing right now? – David futucava o celular, tentando fazer alguma coisa funcionar. Sem muito sucesso.
_Ask to our guide. – Sébastien sacudiu-me. Ele era uma gracinha, fofo. E brincava como se fôssemos amigos. Sim, Cinderela. Talvez fosse a história perfeita.

Bem, eu era a guia. E não imaginava nada para fazer à luz do dia com aqueles homens... nada que me agradasse, porque não queria dividi-los com ninguém. Acabou sendo de Carlos a idéia de irmos ao teatro, e a concordância foi geral. Peças boas estavam sempre em cartaz. Uma pena não tinha nenhum musical, mas eu poderia até ter meu próprio musical particular.

Por fim, assistimos a duas peças em teatros diferentes. Passeamos pelo Rio com a van que eles alugaram, e quase que me fizeram levá-los ao Corcovado. Não, muita platéia. Fomos mesmo ao teatro, e foi muito divertido. Comi tanta pipoca, pensei que ia estourar. Pipoca que Urs comprou e dividiu comigo... e a pipoca foi o menor dos detalhes. Além de ter ficado espremida na cadeira entre Sébastien e Urs, ainda fui coagida a dividir com eles o refrigerante. Dividir o refrigerante significava dividir o canudinho... e o canudinho tinha um sabor melhor do que o próprio refrigerante.

Mas o dia foi bom demais, porém nada superaria o que ainda estava por vir. Eles estavam em quatro, sempre em quatro, e andando como se fossem quatro siameses. Mas não eram, e depois que voltamos para o hotel, cada um resolveu curtir o Rio da sua forma. Eu nem perguntei o que fariam, ou como fariam, porque sabia que, na minha insignificância, já tinha abusado do Il Divo demais da conta. Estava mais do que na hora de ir para casa, tomar um banho, acabar com o sonho de princesa por um dia. O Domingo ia se esvaindo em raios cor de rosa que tingiam o céu da Cidade Maravilhosa, e eu sorri para dizer “tchau, obrigada pelo sonho” quando Urs se aproximou, depois que Carlos desapareceu pela recepção do hotel. Mas ele era muito rápido...

_Ok. Now, ready for a shower?
_Sure… I’m going now. Thanks for the... ok, I’m not good with goodbyes.
_Goodbyes? – Ele franziu a testa e me encarou. – Why goodbyes?
_You asked if I’m ready for a shower... I’m going home now and…
_Ah, sure. How silly I am, thinking you don’t have anything else but acting as a nanny…
_Ok, we’re talking different languages. – Eu não entendia.
_I asked if you’re ready for a shower because I’m inviting you to go up and refresh yourself.
_But I can’t take a shower and dress the same… I think I’m stinking.
_I know. – Ele riu. Olhei para ele curiosa. – I mean... I know you can’t do it. But it’s solved. Let’s up.

Como de praxe, fui arrastada até o elevador e espremida até o último andar do Copacabana Palace. Urs abriu a porta do quarto e me fez entrar. Não teve quarto especial daquela vez... afinal, eu já tinham dormido com eles mesmo... Ou quase dormido. Bem, foi no mesmo quarto. Então, não tinha mais mistério. Sobre a cama – a cama! – tinha outro vestido.
_I don’t know if you liked, but I asked someonelse to get it. – Ele se justificou. Eu estava meio abobada, como das outras vezes.
_I wouldn’t dare not to like. – Eu mal conseguia falar.
_So, I’ll let you confortable. I’m going to Sébastien room, when you’re finished, just call me.
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carla_menegotto
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[ *  *  * ]
Oh!!! Mãe tem mais suco de maracujá????? :huh: :huh: :huh:

Aí bem que isso porderia cair no vestibular... seria bem melhor...
não precisaria ler 15 livros affffffff
Continua... :o :o
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rayssapop
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[size=14]OMG! EUAINDANÃOCONSIGOACREDITAR! Haja suco de maracujá!!!!!![/size]

Tatty, sem palavras..Só consigo dizer q o mais impressionante é como vc os coloca na ficção! É da mesma maneira q nós os vemos..Principalmente o Dav...Sem mt diferença! hahahah Só continuo achando o Ursito safado! hahahahahhaha Mas vamos erguer a campanha: Ursito safado forever!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! hahahahhaha tá ótimo!!!!!!! Tudo tudo tudo!!! Amanhã eu TENHO q entrar pra ler de novo e se tiver mais capítulos melhor, mas eu ñ gostaria de morrer do coração em plena segunda-feira....MEEEIIIIINNNN GOOOOTTTTTT!!!!!! WWWWWWOOOOOOOOWWWWWWWWWWWWWWWWW!!!!!!!!

BJkão! Boa Noite! Deus ilumine essa santa cabecinha, sô! huahauhauahauahuahu jesus..ainda estou paralisada.... :blink: :huh: :rolleyes:

:P :)
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Tatiana
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gostaste eh???? :D

Bem, o Urs safado é MEU SONHO DE CONSUMO, então ele vai assim até o final da história ahahaha.
Quanto aos outros... espero que consiga mesmo me aproximar da "descrição" :D

Tem mais história de noite ;)
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rayssapop
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GOSTEI GOSTEI GOSTEI! MIL VEZES GOSTEI!!!!!

HAHAHAHHA O Ursito, acho, q só ñ pode ficar pior q isso... Tudo bem, ele parece tímido e esses tímidos são os piores, imagina o urso guardado dentro dele, né...wwwwoooooowwwww! :lol: Mas os meninos, sim, estão fiéis à descrição...Claro q o Ursito tb, afinal, esse pode ser ele mesmo, um Ursito q nós não conhecemos, só a...aaaaaaah deixa pra lá... <_<

hohohohohho Mas se eu fosse vc, colocaria uma oportunidade do Carlos mostrar a sem-vergonhice dele! Essa é a cara dele! hahahahaha Inclusive, as brincadeiras com as entrevistadoras... :P ;)

não, não, tô brincando..vc tem a essência perfeita pra escrever! a história tá ótima...mas vem cá, o Ursito ñ vai mais largar dela, não?!?!? ela tem casa, sabia, Herr Buhler!!! :angry: huahaua

Bjãooooo! Bom dia aaaaaaaaa!!!! rs.. :D
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Tatiana
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rayssapop
May 15 2006, 01:46 PM
GOSTEI GOSTEI GOSTEI! MIL VEZES GOSTEI!!!!!

HAHAHAHHA O Ursito, acho, q só ñ pode ficar pior q isso... Tudo bem, ele parece tímido e esses tímidos são os piores, imagina o urso guardado dentro dele, né...wwwwoooooowwwww! :lol: Mas os meninos, sim, estão fiéis à descrição...Claro q o Ursito tb, afinal, esse pode ser ele mesmo, um Ursito q nós não conhecemos, só a...aaaaaaah deixa pra lá... <_<

hohohohohho Mas se eu fosse vc, colocaria uma oportunidade do Carlos mostrar a sem-vergonhice dele! Essa é a cara dele! hahahahaha Inclusive, as brincadeiras com as entrevistadoras... :P ;)

não, não, tô brincando..vc tem a essência perfeita pra escrever! a história tá ótima...mas vem cá, o Ursito ñ vai mais largar dela, não?!?!? ela tem casa, sabia, Herr Buhler!!! :angry: huahaua

Bjãooooo! Bom dia aaaaaaaaa!!!! rs.. :D

Ainda não leste nada, pequena mascote :D
Prepare para ter ciúmes. Muuuuuuuuuuuuito ciúme..... :rolleyes: :ph43r: :blink:
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