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| [FF] Um Acidente e Outras Histórias | |
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| Tweet Topic Started: May 7 2006, 07:11 PM (625 Views) | |
| carla_menegotto | May 11 2006, 12:42 AM Post #16 |
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Caracas... aff maria que história... concordo com vc rayssa... Virgem Santa... muito boa... opa maravilhosa... qdo é o próximo capítulo????? |
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| Tatiana | May 11 2006, 01:36 PM Post #17 |
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Administrator
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Eba! Duas leitoras
Mais historinha para vocês
xxxxxxxxxxx Capítulo 08 _Everything is fine. We’re so mad because of the second World Tour, and the recordo f a new álbum... things going so fast. I’m glad you read my PM and answered me. I wanted to talk with you more times… sorry if I disturb you now. _You definitely don’t disturb me. – Eu senti a respiração fraquejando. – But... well, are you really free for calling me? _Sure not. I’m in the airplane now and… _Airplane? God, Urs. – Eu me assustei. – Look, let’s turn it off. It’s dangerous, ok? We chat later. Please, don’t call me from the plane anymore. I feel scared. _Ahaha… - Ele riu, e quase imaginei sua imagem sorrindo para mim. – Concerned about me? _I’m not in the mood for causing a plane crash now. Bye. Desliguei o telefone. Fiquei mais assustada por ele estar falando de um celular dentro de um avião do que consegui resistir a desligar aquele bendito telefone. Passar o dia em estado de êxtase, essa foi a pedida. Não deu para terminar nada, me concentrar em nada. Ele tinha me ligado. Ele tinha falado comigo. E eu que tinha falado mal da banda... chamado todos de retardados. Achei que fossem uma boyband estúpida, estava irritada com meus próprios problemas e sendo egoísta e boba. De fato, Urs e eu começamos a trocar mensagens e e-mails. Ele me disse que não era muito fã de computadores, mas vez ou outra tinha uma mensagem dele para mim. Contando histórias da turnê, dos amigos. Os outros três não me enviavam nada, principalmente porque ele dizia sempre “O Sebs está aqui mandando um abraço”, ou “O Carlos disse que adorou o Brasil”. Pareciam até amigos íntimos... quem me dera. Mas foi ficando normal, entrar de madrugada na internet e receber alguma coisa enviada por ele. Ou então, no mais extremo, ele me ligava. Aí eu falava com todos... sempre tinha uma história para contar, um caso engraçado, uma piada. Senti-me como amiga... mas eu não era amiga de ninguém. Mesmo assim, eles me tratavam como se fôssemos velhos conhecidos. Quase dois meses depois de Urs ter me ligado pela primeira vez, o trabalho ia bem e eu conseguia me organizar para voltar a estudar. Era fim de semana, e fui até a casa de uma ex-amiga de faculdade, Verônica. Era a única com quem ainda mantinha contato, pois as outras naturalmente se afastaram por causa da minha condição financeira. Verônica estava muito acima do dinheiro, ela era totalmente diferente. Passei o sábado lá, conversando e me divertindo com todo tipo de bobeita. Voltando para casa, encontrei a rua cheia e muito rebuliço no meu portão. Imediatamente, pensei que tinha acontecido a tragédia que eu temia: meu pai havia se suicidado. Entrei correndo em casa, passando entre as pessoas que se amontoavam na porta, a respiração ofegante e descontínua. Minha mãe tinha um sorriso de orelha a orelha... _Ainda bem que você chegou, Maria Fernanda!!! - Ela me arrastou literalmente para a sala. - Já não sabia mais o que fazer com eles! Para minha surpresa, quem estava na minha sala, sentando no meu sofá, eram os quatro rapazes do Il Divo. Todos. Carlos, David, Sébastien, e Urs. _Meu Deus! - Falei instintivamente. Os quatro levantaram para me cumprimentar, e mandei minha mãe pegar água na geladeira. Eu precisava de água com açúcar... _Hello, Maria. - Sébastien falou, estendendo-me a mão. Tinha um sotaque muito engraçado. _How are you? - David perguntou. Eu estava meio abobada, sem entender o que eles faziam na minha casa. Ainda bem que o bêbado não estava presente. Aquela era a periferia, minha casa, Brasil mais uma vez... no meio da World Tour. Eu realmente não estava vivendo no mundo real. _I’m... I’m fine, I guess... What are you doing here, in my home, in Brazil, now? - Perguntei. Tinha que saber, certo? _I came to find you again. - Urs explicou. Os curiosos cada vez se amontoavam mais nas janelas. |
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| Tatiana | May 11 2006, 01:38 PM Post #18 |
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Capítulo 09 Sorri amarelo e pensei comigo mesma o que faria. Aquilo era tão surreal que nem os mais crentes levariam a sério. _Why didn’t you call? - Eu ainda não acreditava. _I didn’t wanna call another time. Just see you. _Ah… see me. – Eu não conseguia tirar o sorriso bobo da boca. – But... ok, I have to process it first. _Were are we going to have some fun? Is there any good theatre around… _I vote to eat. In a Shopping Center could be good. _Ah sim, Shopping... - Falei em português. - Imagino que bagunça não vai ficar o Shopping se aparecermos por lá. _What you mean? – Sébastien não entendeu, lógico. _She said one Shopping would become a mess if we show up there. _Oh… thank you Carlos. – Sorri. – I didn’t know you could understand me. _Spanish and Portuguese are not so different. _Sure… _I’m starving! – David reclamou. – Let’s go eat… - Ele futucou Urs, que resolveu tomar a decisão de todos irmos a qualquer lugar para comer. Aquilo de “todos” também não combinou bem. A primeira pessoa do plural significava minha presença com eles... e eu me deixaria perder pelo Rio com aquelas quatro beldades? Parecia suicídio, loucura, insanidade. Mas eu queria, ah como eu queria! Era a primeira vez em que tudo era bom, por um longo tempo. Como eles não conheciam o Rio, logicamente me pediram para escolher um lugar para comer. Eu poderia sugerir mil lugares, mas eles falaram tanto em Shopping que achei que poderíamos passear por lá. No Barra Shopping seria seguro... lá vivia cheio de famosos. A mulherada não acreditaria que o Il Divo estaria passeando pelo Shopping, então pensariam que estavam enganadas. Até eu pensava estar enganada. Nada daquilo poderia ser verdade, e eu jurava que estava no limbo aguardando minha chamada para o paraíso. Pedi que os rapazes esperassem e coloquei uma roupa adequada para o Barra Shopping em uma tarde de sábado. Depois espalhei pessoas para todos os lados com minha saída triunfal de dentro de casa, ladeada por quatro rapazes lindos e famosos. Urs perguntou se eu tinha carro... quem me dera, ter carro. Teria um, se as coisas não tivessem tomado o rumo que tomaram. Pensei que me levariam para a BMW que tinha me atropelado, mas havia uma limusine preta esprando por eles. Com motorista. Eu tive até medo de olhar para o carro, de tão grande e imponente que era. A chegada no Barra Shopping foi bem menos interessante, mais ou menos como eu pensava que seria. Ninguém percebeu quem eram aqueles rapazes. Era comum pessoas estrangeiras por ali, e provavelmente nenhuma fã histérica tinha saído de casa naquela tarde. Deveria ser sorte, mas o Shopping estava cheio, motivo maior para não sermos notados. _Nobody takes care of nobody in here. - Expliquei a razão de minha tranquilidade. _It’s not common for us walking around in a Mall. – Carlos achou divertido. _Let’s eat! – David futucou Sébastien daquela vez. – I need carbs. _You need stop working out... you gonna be so big that you’ll scare the fans. Tive vontade de rir da conversa deles, mas não consegui. Eles pareciam tão naturais, mas brilhavam mais do que todas as luzes do shopping juntas. Estar com uma banda famosa em pleno Rio de Janeiro, depois da minha obsessão repentina por eles, era tão surreal que me deixou meio tonta. Abobada. _It’s like no one knows me here... – Urs reclamou. Ele resmungou… como se achasse estranho ninguém interpelá-los para pedir autógrafos e dar gritinhos histéricos. _Do jeito que chamam atenção, será impossível não notá-los... – Falei em Português outra vez, desavisada. Carlos caiu na risada, ele certamente me entendeu de novo. Ok, eu tinha que tomar muito cuidado na frente dele... afinal, os outros não entendiam bulufas do que eu dizia, mas Carlos era diferente. E eu não podia arriscar falar besteiras para eles. Não besteiras que eles pudessem compreender... _Let’s eat, so. – David protestou mais uma vez. Arrastei os quatro até a praça de alimentação, rezando a todo minuto para que eles não fossem reconhecidos. Não seria muito divertido ter o Il Divo reconhecido em pleno Barra Shopping, com todas aquelas patricinhas chiliquentas. Mas a vantagem era que as patricinhas chiliquentas não gostavam deles, porque os consideravam muito velhos. Coitadas. |
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| Tatiana | May 12 2006, 12:59 PM Post #19 |
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Capítulo 10 Como David era o desesperado por comida, ele escolheu onde comer. Como eles tinham muito dinheiro, comer em qualquer lugar era aceitável. Para mim não... eu mal tinha como pagar minha passagem de ônibus. Dinheiro era contadinho, contadinho. Apesar de estar trabalhando, eu poupava para quitar as parcelas atrasadas e voltar para a faculdade. E poupar nunca foi muito o meu ponto forte. Mas David, como era de se esperar, escolheu o restaurante mais caro do lugar... chegou me dar água na boca só de ver as imagens do menu. Respirei fundo e resignei-me à minha insignificância. Eu não podia acompanhá-los no jantar. Tinha arrastado o grupo até o shopping, mas não podia gastar tanto quanto eles. _So, you go ordering and I go check something outside... – Fingi, sorrindo amarelo para os quatro. _What do you wanna eat? – Urs perguntou. _We asked for her. – David riu. _I’m not really hungry. – Fingi de novo. _Really? But the food here looks really tasty. – Urs insistiu. _I know, but I’m really not hungry… I’ll make you company. Sentido o estômago roncar, assim mesmo sentei-me à mesa com eles. Desisti de checar o que eu inventara de checar, porque não resisti a eles. Eles falavam um bocado, tive que admitir. Por sorte não falavam tão rápido, uma vez que só o David tinha inglês como língua pátria. Eu parecia uma perdida no meio deles. Perdida porque era minúscula perto de tanto homem grande, porque me sentia insignificante perto de tanto talento, porque eles iluminavam o ambiente com luz própria, enquanto eu era um branco invisível que ninguém notava. Mas aquela era minha vida, e eu não me tornaria alguém impressivo só porque estava com pessoas importantes. Depois de ouvi-los, vê-los comer bastante e quase morrer de rir da conversa deles, o telefone de Carlos tocou, ele falou alguma coisa com alguém e logo o restaurante foi “invadido” por conhecidos deles. Provavelmente, eram pessoas da equipe que sempre devia acompanhá-los. Olhei ao redor e senti-me completamente perdida naquilo tudo. Tanta gente desconhecida; o próprio Il Divo era desconhecido para mim, e eu ali, sobrando. Meu estômago reclamou, e pensei em escapulir para comer alguma coisa. Mas não daria... ameacei levantar, Urs me segurou pela mão. Vamos fazer uma pausa. Até então, ele tinha me atropelado, pago meu tratamento, ido me visitar no hospital, me ligado, e estava me visitando. Ok... não, não era ok. Era muita coisa para processar em um curto espaço de tempo. Só que ele estava ali, quase presente, esvaído em meus pensamentos que me faziam imaginar as mais estapafúrdias fantasias com ele. Mas naquele exato momento, ele me segurava pela mão, e meus olhos encontraram os dele de uma forma que eu não imaginei que depois conseguiria ficar em pé. O toque firme da sua mão na minha pele me causou um choque, uma sensação que eu ainda não tinha aproveitado. E olhem que já fora tocada de muitas formas... mas nunca com uma vibração tão diferente. Mas ele me segurou, e olhando para mim perguntou sem dizer uma palavra. _I’m going out... it’s too crowded here. – Respondi, sem muito ânimo para sair. _That’s not really fair. – Ele sorriu novamente. – I make you some company. _No… you should stay with your friends. _I’m with them every time. I came to visit you, right? Right. Melhor, certo. Ou sei lá. Ele tinha ido me visitar... certo? Eu não fazia idéia do que aquele homem estava fazendo na minha cidade, na minha cabeça, na minha mísera vida. Eu era só mais uma pessoa normal na face da Terra, mal humorada sempre, reclamosa de tudo, e o pior: estava pobre. Nada em mim deveria atraí-lo. Eu era só... eu. Mas ele pretendia me fazer acreditar que estava ali para mim, o que era demais. Demais mesmo... eu jamais conseguiria oferecer a ele nada que pudesse fazê-lo se sentir como eu me sentia. Levantando-se e ignorando a conversa, Urs me acompanhou até o lado de fora do restaurante. Eu estava mesmo perdida. Nem comer, ia poder. _What’s that? – Ele apontou para o outro lado do barco. Nem preciso dizer que tem um barco no meio da praça de alimentação do Barra. _Ice cream. – Ri. – It’s an italian company. _I could eat some ice cream… - Ele me olhou, mordendo os lábios. _Really? Ok... let’s go, so. |
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| rayssapop | May 13 2006, 01:09 AM Post #20 |
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ok, let's go, so...I wanna go to eat ice cream (chocolate, please, swiss chocolate
) with you too! hahahahaah OMG! Eu vim baixando, baixando, lendo, lendo..e termina! aaaaaaaaaaahhhh...não vou conseguir dormir, não senhora!!!!!!!!!! ele tá mt safado! hunf! hahahahahahahaah nossa, tô adorando! q história!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!:lol: hehehe..leio e imagino: gente, q coisa! "cabuloso" isso...huahauhaua nossa senhora...fico com o coração na mão..tadinha da Maria Fernanda..e pra piorar o Urs tinhaq ir..a pobre doida pra comer! hahhaha Mas agora ela vai provar um sorvetão de chocolate..hahahaha *duplo sentido*
:lol:
<_< ai ai..boa noite! bons sonhos! eita inspiração a sua, Tati..imaginação fértil, fértil..a mil! bjoks. |
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| Tatiana | May 13 2006, 06:26 PM Post #21 |
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Administrator
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Capítulo 11 Sorvete eu pelo menos podia pagar. Fomos à gelatteria e foi difícil escolher. Não foi exatamente difícil porque eles têm uma grande variedade, mas porque Urs vestindo uma calça jeans não muito sutil, debruçado sobre o balcão, apontando para o sabor que ele queria e tentando fazer a atendente, que se derretia toda, entender o que ele estava pedindo... era uma visão do paraíso. Ou do inferno; eu não sabia para onde aqueles pensamentos iriam me levar. Bom lugar é que não era... Independente da minha vontade, ele se dirigiu ao caixa e enfiou a mão no bolso. Desejei secretamente enfiar eu a mão no bolso dele, mas sacudi a cabeça para espanar aquele tipo de idéia. Eu tinha que ser racional. Pelo menos ele não estava cantando... o que seria definitivamente um problema. E pensar que eu insisti que eram uma boyband... Aproximei-me com meu sorvetinho, mas ele me cercou. Ok, ele era muito maior do que eu e não havia jeito de lutar contra ele. _What are you doing? – Protestei. – I wanna pay… _Only over my dead body. – Ele riu novamente. Fazia de propósito, só podia. _Come on... it’s really not fair. _I don’t care. You’re my guest here. Can I pay you an ice cream? _I’m not your guest… you came to visit me, so you’re my guest. Ele deu de ombros e apertou os lábios, como se ignorasse o que eu falava. Sacou o dinheiro do bolso e entregou à moça do caixa, que também se derretia para ele como o sorvete que já começava a escorrer por meus dedos. Eu não tive opção, e nem queria argumentar com ele. Queria mesmo era ficar babando sobre ele, absorvendo o mesmo ar que ele respirava. Sim, eu estava fascinada. Ele era fascinante; ele tirava qualquer um do sério. Como se eu já não estivesse intimidada o suficiente com ele, Urs precisou abusar. Não entendi, de início, o que fez aqueles homens tão à vontade comigo. Tínhamos nos visto duas vezes... e em uma situação muito peculiar. Eu fui atropelada, jogada para o alto, internada em um hospital. E não deveria ter mostrado o meu lado mais interessante... afinal, eu estava mal humorada, azeda, chata. Mas eles chegavam à minha casa e agiam como se fossem meus amigos? Ao menos, conhecidos de longa data. Não, aquilo estava errado. E eu continuava a me considerar em algum tipo de universo paralelo, vagando pelo limbo até encontrar o caminho de volta para a realidade. Urs, então, parecia ainda mais confortável comigo. Talvez pelo fato de termos mantido um contato virtual. _You’re melting. – Ele segurou minha mão outra vez. A mão que segurava o sorvete que derretia todo, porque eu não conseguia comê-lo. Perdia meus olhos nos olhares de Urs e o sorvete pagava o preço. _Oh... – Observei, inteligentemente. O chocolate já havia sujado toda a minha mão. Ele sorria, e eu parecia uma boba. Tratei de tomar o sorvete rapidinho para poder lavar as mãos. Antes que eu terminasse, os outros Divos chegaram, falando pelos cotovelos, como se estivessem muito felizes. Aparentavam estar... _I’m tired. – Sébastien espreguiçou-se. _Go to the hotel. – Urs deu de ombros de novo. _I’m not tired at all. I wanna do something else. – David sorria, olhando de um lado para o outro. – What can we do for good in this city? _What do you have in mind? – Carlos franziu-se todo, observando o amigo que parecia meio elétrico. Se fosse eu, diria que havia tomado muito café. _Go out? – Urs chutou. _We’re out... – Sébastien fez uma primorosa observação. _Oh, really? – Urs fez uma careta. – You’re like an old man today, Sébastien… _I’m just being… ok, let’s go do anything David wants. I won’t be acused of being annoying. |
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| carla_menegotto | May 13 2006, 08:04 PM Post #22 |
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Virgem Santa... Minha nossa aff... to morrendo aqui, roendo as unhas (nem tanto) mas to quase... boa muito boa... ótima
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| rayssapop | May 13 2006, 08:10 PM Post #23 |
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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ADOREI!!!!!!!! A CARA DELE!!!!!!!!!!!! Mas continuo achando-o mt safadoooo! huahauahauahuahau ai, agora quero ver...posso até imaginar..vão pra night, né...a Maria Fernanda vai levá-los pra uma boate né...ai jesus...hahaah bjão! tô adorando cada vez mais!
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| Tatiana | May 13 2006, 08:11 PM Post #24 |
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lol... que bom que estão gostando, girls. Rayssa, o Urs safado é o sonho de toda uber, certo? ahahahahahaha. Então... vamos aproveitar! :lol: |
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| carla_menegotto | May 13 2006, 08:18 PM Post #25 |
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O se não boa continua... aff mas se ele for como o suíço do livro Onze Minutos do Paulo Coelho, Jesus amado... continua que tá ótimo...
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| Tatiana | May 13 2006, 08:19 PM Post #26 |
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Estou tirando outro capítulo do forno
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| rayssapop | May 13 2006, 08:42 PM Post #27 |
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eeetaaa! lá vem mais!!!!! é verdade...mas tem q ser safado com as Ubers..hahahaha |
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| Tatiana | May 13 2006, 08:49 PM Post #28 |
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Capítulo 12 Ok, fazer o que o David queria significava ir para a noite. Passear mais pelo Rio... mais uma vez, eu não tinha dinheiro para acompanhá-los. Mas... e daí? Que se estourassem todos os cartões de crédito do mundo, eu iria levá-los até o paraíso carioca para ficar mais tempo saboreando tanta coisa divertida. E para ficar mais tempo ao lado do Urs. Ele estava oferecido demais... e aquilo era muito. Era para não se levar a sério. Disse que deveriam voltar ao hotel para tomar um banho e trocar uma roupa. Eu os encontraria lá. Lógico... ir para uma boate de calça jeans é que não dava! Eu poderia não estar com muito poder financeiro, mas meu instinto fashion ainda prevalescia sobre qualquer outra coisa. E andar ao lado deles mal vestida era quase um crime. Mas as caras e bocas que fizeram quando disse que eles deveriam ir, não foram muito agradáveis. _Ah... I don’t like this idea. Too complicated. – Carlos protestou. – I think you should go to the hotel with us and so there we decide where to go. _Carlos… - Respirei fundo. Falar o nome deles já me intimidava. – I don’t think I’m apropriate for a night out... _This isn’t a problem. – Sébastien piscou. – The wardrobe find you something to dress. _The wardrobe? – Fiquei sem entender. _Yeah... – Urs concordou. – Do you think we travel without or team? Our production can produce you to the night. Sacudi a cabeça e olhei para os quatro, bastante curiosa. Eles acabavam de me oferecer uma... produção??? Meu corpo deu uma estremecida e uma voz profunda me disse que eu estava sonhando. Cinderela era um conto de fadas, e aquilo não poderia estar acontencendo. Mas estava... David, ignorando minha reação patética, iniciou sua caminhada para o lado de fora do Shopping, intencionando que o resto do grupo o acompanhasse. Urs colocou as duas mãos no meu ombro e me empurrou, fazendo com que eu os seguisse. E assim foi até o estacionamento, segurando-se em mim, conversando qualquer coisa em francês com Sébastien, me fazendo derrubar litros de baba por todo o caminho. Muito homem, francês, aquele perfume delicioso, e aquelas vozes de anjos. Paraíso era pouco. Logicamente, eles estavam no melhor hotel, na melhor suíte, chamando toda a atenção que podiam chamar. Havia imprensa na porta do Copacabana Palace quando eles chegaram, e não era pouca. Se eles pretendiam continuar no anonimato, suas espectativas estavam meio frustradas. Mas eles lidaram com tudo muito bem; a produção tratou de distrair os jornalistas e os rapazes entraram no hotel sem muito tumulto. Urs me puxou da van da produção e me arrastou hotel adentro, me segurando junto a si. Era muito toque para uma noite só. Mão ali, braço aqui... e o cheiro dele me deixava zonza. Ele me deixava tonta. Os flashes das câmeras me fizeram cega, e tudo que consegui fazer foi agarrar em sua cintura. Precisava de me sentir segura. _That’s all right. – Ele me olhou de cima e sorriu. _Let’s go up. – Sébastien balançou as chaves do quarto. – And this is for you. – Ele me entregou outras chaves. – There’ll be anything for you to dress there. Sorri amarelo, peguei as chaves e corri para o elevador. Só Deus sabia como eu não queria ficar espremida com eles no elevador, mas não tinha ninguém mais esperando para subir. Nada me salvaria... eu não teria onde me esconder. E eram tantos andares... mas fui forte e minhas pernas resistiram sem fraquejar muito. Não bambeei mais até entrar no quarto e ver o maravilhoso vestido que estava sobre a cama. Tremendo como vara verde, entrei no chuveiro. A água quente não resolveu meu problema, eu continuava estressada quando saí do banho. Mal consegui entrar dentro do vestido, imagine se eu conseguiria fechar o zíper. Levei mais de dez minutos lutando comigo mesma, mas nada do zíper fechar. Já estava praguejando toda uma geração quando bateram na porta. Assustei-me e prendi a respiração quando ouvi aquela voz. |
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| rayssapop | May 13 2006, 09:37 PM Post #29 |
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aaaaaaaaaaaaaaaah ótimoooo! já tá agarrando a cintura do homi!!!!!!!!!!! hauhauaha ai meu Deus...esse vestido tinha q dar trabalho...por falar na wardrobe, vc já leu as histórias (CUT&PASTE) lá no forum oficial com a Wardrobe Lady e os meninos? São hilárias! Logo me lembrei dela! hahahahhaah ai meu Deus, quero ver no q vai dar esta história..já estou até vendo..hahahahha e eu, crente q logo no próx capítulo ia vê-los na night, a Tatty me faz essa! Aaaai! Só podia ser vc, muié! huahauahua vou ter q esperar o próx pra saber onde eles vão agora...heheh vc é a melhor novelista q eu já vi na vida! huahauahuahauahuaahu tá ótimo! bjão! boa noite! será q ainda hj tem mais? pq acho q agora não consigo mais entrar... inté...
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| Tatiana | May 13 2006, 10:39 PM Post #30 |
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Ai, tem mais sim
Amanhã você lê
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| Theme: Zeta Original | Track Topic · E-mail Topic |
11:22 AM Jul 11
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Auspice Zeta created by sakuragi-kun of the ZBTZ





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bjãoooo!




Mais historinha para vocês

inté...

11:22 AM Jul 11