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| Lyon Dakmor; Históriazita que ando a escrever :P | |
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| Tweet Topic Started: May 13 2006, 11:51 PM (402 Views) | |
| Yangsmoth | May 13 2006, 11:51 PM Post #1 |
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Dactilógrafo Profissional
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Heróis de Krahn. O famoso herói Dhulien iniciou uma cruzada para exterminar todos os Nuyaks, destas batalhas advirem milhares de mortos, para ambos os lados. O infame arquimago Ladarus raptou dezenas de pessoas para servirem de cobaias nas suas experiências, através destas experiências, foram descobertas curas para doenças consideráveis incuráveis. Ardenis Ablen’Gahds olhou em volta com uma expressão de extrema satisfação. Estava confortavelmente instalado em frente de uma mesa, numa cadeira revestida com veludo. Levou uma garfada de carne à boca, e recostou-se de braços cruzados e olhos azuis brilhantes, descontraidamente, piscou o olho à empregada que lhe servia vinho. A rapariga corou e desviou o olhar. Ardenis era um homem inumanamente atraente, os seus olhos turquesa eram imensamente belos, e os seus lustrosos cabelos loiros apresentavam-se sempre penteados e ornados segundo os últimos padrões de beleza. Era um homem abençoado, em todos os sentidos da palavra. Ele sabia-o, facto provado pelos inúmeros olhos de admiração que raramente o libertavam aquando a presença de pessoas. Naquele dia, a presença era composta por dezenas de homens nobres e ricos, acompanhados pelas esposas literalmente compradas e pelos filhos literalmente educados. Mas não lhe importava quem fosse, Ardenis gostava da atenção que lhe era sempre dispensava, e por necessidade, ou vontade, acreditava nas razões de tanta bajulação. Era sobejamente conhecido que Ardenis fora abençoado pela maior parte dos Deuses existentes. Fora-lhe atribuído sabedoria, beleza, força, poder, e consequentemente, arrogância. Ele considerava-se especial, de facto, era-o, mas aos seus próprios olhos, era muito mais. O povo apelidava-o de “Escolhido”, o homem eleito para trazer a paz e prosperidade a todo Halgaya. Havia feito um bom trabalho, as suas aventuras culminavam sempre com salvamento de vidas, cuja gratidão era traduzida com ofertas de ouro, que por sua vez era recusado pelo famoso herói. A sua fama espalhara-se por toda a extensão redonda do planeta, aceitada por mentes obtusas e renegada por intelectos superiores. Um homem nobre, de rosto vincado pelo idade e inchado por excessos alimentares, sorriu-lhe e falou com voz ensaiada. — Proponho um brinde ao maior dos heróis! Ardenis Ablen’Gahds. Que os Deuses o abençoem! — Elevou o seu copo e contra ele embateram outros, interagindo com repetitivos tinires metálicos. — Acho que os Deuses já o fizeram, Carcof. — Disse outro homem. O seu comentário originou risos educados por toda a mesa. — Meus amigos. Todos vocês têm potencial para almejar as minhas habilidades e feitos. — Declarou Ardenis, projectando a sua voz pacífica em redor e esperando para ver o previsível efeito, agradecimentos e elogios. — Ora essa Lorde Ardenis! Para quê a modéstia? O meu Lorde tem a plena consciência que perto de vós, somos reduzidos à mais insignificante das poeiras. Ardenis teve vontade de concordar ao ver o homem gordo sorrir-lhe de maneira adoradora. — Não, meu amigo. — Acabou por dizer. — O ser humano tem um potencial ilimitado. — Por vezes para o mal… — Opinou um jovem nobre dramaticamente. Ardenis sorriu ao rapaz. — Penso que todos têm um potencial para o bem, e para o mal. Só é preciso que alguém lhes demonstre o melhor caminho. — E qual o melhor caminho, Lorde Ardenis? — Perguntou o nobre de nome Carcof, apesar de provavelmente já conhecer a resposta. — O caminho do bem. Se todos o praticarem, o mal será erradicado. — O comentário foi recebido com palmas. — Isso é mentira. — Afirmou um homem alto, cujo rosto estava parcialmente desfigurado por queimaduras que lhe repuxavam a pele. Os seus olhos eram escuros, duas esferas demonstradoras de experiência e astúcia. — As pessoas não são pintadas em tons de preto de branco, não existe apenas o bem e o mal. Aliás, Ardenis, a tua incapacidade para compreender isso sempre foi a tua maior fraqueza. Ardenis libertou o seu riso profundo. — General Akrannor. Se o que eu disse está errado, justifique. Akrannor Harrock retirou o seu elmo globular e poisou-o em cima da mesa. Deslizou a mão enluvada pela cabeça calva e morena, um hábito adquirido nos tempos em que ele ainda tinha cabelo. — O mal e o bem são simplificações, extremos. O que para um é praticar o bem, para outro pode ser praticar o mal. E alguns males são necessários. Ardenis ergueu um sobrolho, conhecia o general à já algum tempo, e sabia que ele era uma pessoa inteligente e experiente, que sempre dizia o que pensava, sem hesitar. — Pode dar algum exemplo de um mal necessário? — Desafiou Ardenis indirectamente. — Durante a Libertação, os maloorans foram praticamente extintos. — Diga-me algo que eu não saiba. — Incitou Ardenis, encorajando o general com movimentos rotativos da mão. — O que muitos ignoram, é que enquanto os maloorans subjugavam a maior parte dos povos de Halgaya, não havia guerras nem fomes. E nas raras alturas em que uma ameaça tomava forma, eram os maloorans, e não os povos escravizados, a lidar com ela. — Os maloorans são uma raça maléfica, devem ser exterminados onde quer que restem. — Discutiu Ardenis, apoiado por boa parte dos nobres, que demonstravam o seu apoio através de incitações formadas. — Os maloorans são uma raça superior, cujos métodos não são compreendidos pelos povos inferiores. — Corrigiu Akrannor tranquilamente, brincando com a ponta dos dedos. — General, com todo o respeito, se os maloorans são tão poderosos, porque foram derrotados? — Isso é a mesma coisa que perguntar porque é que um poderoso cavaleiro foi derrubado por vinte e cinco bandidos. — Respondeu Akrannor. Todos os olhares arrogantes dos nobres voltearam para Ardenis, que olhava com interesse para Akrannor. — Como assim? — Os maloorans defrontaram uma aliança de dezenas de povos diferentes, e não foram derrotados em campo de batalha, mas sim através de armadilhas e outros métodos traiçoeiros. — Foram derrotados, e isso é que interessa. — Afirmou Ardenis em tom terminante, que ele próprio não respeitou ao voltar a falar. — Aliás, se mais algum malooran pisar o solo de Halgaya, será de imediato trespassado pela minha espada. Akrannor abanou a cabeça, suspirando. — Cautela, jovem Ardenis, arrogância causou a morte de muitos. E quanto ao que acabaste de dizer, esqueceste-te que ainda existem maloorans? A família Dakmor encontra-se viva e saudável. Ardenis era bastante calmo, nada temia, e isso levava-o sempre a reagir com descontracção, no entanto, ao ouvir a menção à última família malooran, os seus olhos faiscaram e os nós dos dedos roçaram-se. — Por minha vontade, já estariam todos mortos. Akrannor libertou uma risada seca. — Terias coragem para invadir Sar’hovok, a Fortaleza da Morte, e defrontar os Dakmor? — Sim. — Vou ser sincero contigo, Ardenis. Por muito poderoso que sejas, morrerias mal entrasses naquele lugar maldito. Isto é, se conseguisses atravessar as muralhas. — Talvez, mas nem todos os Dakmor se encontram presentemente em Sar’hovok. O mais jovem está fora, e eu vou caçá-lo. Os nobres murmuraram excitados. Akrannor reparou. — À mais de um ano que milhares de soldados, caçadores de prémios e aventureiros o tentam caçar, até agora, falharam todos. Como esperas conseguir apanhá-lo? — Mais cedo ou mais tarde, ele vai ser encurralado. E nessa altura, eu estarei lá, pessoalmente, para acabar com a ameaça malooran de uma vez por todas! — A determinação na voz do herói não passou despercebida a ninguém, olhares admirados e admiradores reforçaram a atenção em Ardenis. — Nesse caso, Ablen’Gahds, desejo-te sorte. — Declarou o general calmamente, imune à emoção do jovem herói. Scrada era provavelmente a mais poderosa cidade em Hemir, as suas imponentes muralhas brancas rodeavam a considerável extensão da metrópole. A única entrada era a Ponte Branca, uma estrutura com quilómetros de comprimento que ligava Scrada ao resto do continente. Scrada era considerada o centro de Hemir, apesar de estar situada a norte, e consequentemente, fustigada diversas vezes pelo gélido clima dos ventos do norte. O interior era igualmente surpreendente, revestido por centenas de estruturas brancas a servir de habitações, interligadas entre si por pontes, a centenas de metros de altitude. A cidade estava dividida por níveis, sendo os níveis mais baixos habitados pelos pobres e dominados por criminosos e foragidos. A riqueza dos cidadãos era mediana nos níveis intermédios, e os níveis altos eram governados pelos nobres. Acima dos níveis dos nobres, estavam diversas estruturas famosas, como a Casa das Artes, o Colosso, o Dragão de Cristal, entre outras. Acima encontrava-se o Palácio Real, casa dos regentes de Scrata. E no topo, a Espiral dos Deuses. A maior parte da população vivia feliz, protegida pelas imponentes estruturas de defesa, e se por milagre alguém as ultrapassasse, teriam que defrontar um exército de milhares, assim como os supra guerreiros Bladis, o poderoso grupo de Magos a Ordem do Crepúsculo e os Cavaleiros da Aurora. Além do sentimento de segurança, os habitantes tinham também a favor uma economia mais do que estável, e uma qualidade de vida bastante acima da média. Devido à dimensão da cidade, a transportação entre distritos era efectuada através de aparelhos semelhantes a pequenos barcos voadores, chamados Transportadores. As viagens entre esta e outras cidades eram através de uma versão maior dos Transportadores, navios voadores de tamanho descomunal, usados para transporte de mercadorias, militares e até pessoas. Foi um desses navios voadores que Lyon Dakmor avistou, a voar milhares de metros acima de si. Quando o objecto foi engolido pelas nuvens, o sol reencontrou o caminho até aos olhos do jovem, que os semicerrou e virou para o chão, fitando uma poça de água, ou qualquer outra substância citadina. O seu reflexo formou-se no líquido, distorcido. Lyon era um homem alto, com pouco mais de vinte e três anos, o seu corpo era definido por músculos atléticos, criados através de uma vida activa, recheada de viagens e combates. O seu rosto era inumanamente belo, uma máscara de beleza que parecia ter sido esculpida pelo mais hábil dos escultores, de facto, a beleza do jovem era divina, onde quer que estivesse, as mulheres humanas olhavam-no com desejo. Os seus olhos incrivelmente verdes não ajudavam, convidavam tanto à perdição sedutora como ao perigo, dois orbes límpidos e brilhantes, demonstradores de experiência prematura e força matura. O seu cabelo era ruivo, penteado com linha ao meio, e com madeixas nas têmporas, ornado com pequenas tranças no lado esquerdo. Mas toda esta beleza não era injustificada, pois Lyon Dakmor era um malooran, um dos últimos restantes, e um membro da família Dakmor. Os Dakmor eram das mais anciãs famílias malooran, e os únicos maloorans sobreviventes conhecidos. O pai de Lyon, Yangsmoth Dakmor, governava Sar’hovok, acompanhado pelo filho Sakahn Dakmor. Apesar de muitos pensarem o contrario, Yangsmoth não tinha a mínima intenção de reanimar o domínio malooran sobre o mundo. Ele nem sequer venerava Dakfet, o deus habitualmente venerado pela sua raça, trocara a sua adoração pelo culto a Bughal, o deus de morte. Enveredara pelo caminho do necromante, fora-lhe atribuído poder limitado sobre a vida e a morte, uma escolha muito rara num malooran. Sakahn seguira os passos do pai. Lyon renegara a família em favor a uma demanda pessoal. Viajara para Scrata à procura de uma pessoa, todavia, a busca estava a ser dificultada pela sua infâmia. Lyon era perseguido injustamente em todo Hemir, por crimes que não cometera. Abanando reflexões para fora da cabeça, percorreu a ponte onde se encontrava. Inevitavelmente, as pessoas olhavam-no com interesse e curiosidade, principalmente as mulheres. Ignorou-os a todos, mantendo a cabeça baixa e uma mão próxima das bainhas das suas espadas que estavam embainhadas nas costas. Aproximou-se de um dos muitos vendedores ambulantes, um homem gordo e bonacheirão. — Bons-dias. — Cumprimentou, entoando a sua voz grave e melodiosa. — Saudações, jovem vigoroso! — Saudou o vendedor de modo teatral. — O que deseja? Tenho de tudo para satisfazer os seus desejos! — Desejo informação. — Respondeu Lyon com firmeza. O vendedor deixou cair os ombros. Desapontado. — Oh… Diga então. — Onde se situa o Lótus Negro. — Lótus Negro? É um bar penso eu. Bem… fica… — O vendedor levou um punho ao queixo e revirou os olhos. Abriu a boca mas antes de sair algum som, o homem reconsiderou. — Essa informação custar-lhe-á duas moedas de ouro. Lyon retirou uma singular moeda do bolso e estendeu-a ao vendedor. – Uma, e chega. Agora a informação. O vendedor encolheu os ombros e enfiou o dinheiro no bolso. – No Distrito Dourado, pergunte lá a alguém para mais informações. – Explicou o vendedor. Lyon agradeceu com um aceno e afastou-se. Dirigiu-se a um guia, um homem condutor de um Transportador que tinha como função e emprego conduzir viajantes através da imensa extensão calcária de Scrata. — O Distrito Dourado, por favor. — Uma moeda de ouro. — Replicou o guia, um homem magro e desdentado, trajado com trapos. Depois da transferência, Lyon entrou no Transportador. O guia puxou uma alavanca, causando um estremecimento no transporte, e a saída de vapor pela base. O objecto levantou voo. Com ar experiente, o guia rodou o volante. O Transportador viajou por entre outros semelhantes, abrindo caminho com facilidade, subiu centenas de metros em altitude, aterrou por fim numa plataforma própria para Transportadores. Lyon contemplou o Distrito do Ouro. Um lugar que fazia jus ao nome, pois todo ele transpirava riqueza, a entrada em arco era dourada, e deixava antever um longo passeio da mesma cor, que era cercado por árvores e plantas. Agradecendo com um murmúrio, Lyon avançou pela extensão abastada. Os moradores deste Distrito eram claramente ricos, nobres, ou ambos. As senhoras sorriam constantemente a Lyon, mulheres velhas que tentavam retardar a idade física com cremes e loções, e raparigas de aspecto embonecado. Uma senhora de idade acercou-se do malooran, sorrindo. — Bons-dias meu jovem. Onde vais tão apressado. — A mulher tocou no braço do ouvinte e reforçou o sorriso. — Bons-dias, senhora. Procuro o Lótus Negro, conhece? — Respondeu Lyon, dispensando um olhar inexpressivo à mão da mulher. — É claro, meu jovem, desejas que te guie? — Solicitou ela. — Agradecia. — Curvou-se Lyon. A mulher agarrou o braço do malooran e puxou-o através do brilhante dourado. O par desceu umas escadas, até a um beco sombrio do distrito, uma plataforma curvada perante a considerável altitude da cidade. Uma tabuleta brilhante, pintada de roxo e negro, tinha escrito: “Lótus Negro.” — Muito obrigado, minha senhora. — Agradeceu Lyon, curvando-se e tocando com os seus lábios na pele enrugada da mão feminina. — O prazer foi inteiramente meu, belo jovem. Pergunta pela senhora Init, se precisares de alguma coisa, meu jovem. Anseio pela tua companhia. — Completou ela, esboçando outro sorriso que pretendia ser sedutor, mas falhava redondamente. — Farei isso, se precisar. — Retorquiu ele. Ao entrar no bar, sentiu-se a entrar noutro mundo. O interior do Lótus Negro era completamente diferente de outro bar qualquer, abundava em regalias para os cinco sentidos. O cheiro era exótico, os alimentos tinham aspecto invulgar e ao mesmo tempo suculento. Uma bela melodia de flauta embelezava o ambiente, a própria atmosfera parecia agir sobre a pele, acariciando-a, invisível. Por fim, era possível ver as decorações excêntricas, que retratavam flores e outra vegetação. Mas Lyon ignorou a decoração por completo, fixou o seu olhar na mulher por detrás do balcão. Essa mesma pessoa apercebeu-se da presença do jovem. Sorriu-lhe de maneira adoradora. — Finalmente, chegaste. — Vim o mais depressa que consegui, Nehina. — Defendeu-se Lyon. — Eu sei. — Acedeu ela, puxando uma madeixa de cabelo negro com reflexos azulados para trás da orelha ligeiramente pontiaguda. — Porque me chamaste? Sabes que esta cidade é perigosa para mim. — Temos mais um trabalho para ti. Os olhos de Lyon estreitaram-se. — Seja o que for, Nehina. Não estou interessado. Nehina riu, exibindo duas fileiras de dentes brancos. — Penso que depois de me ouvires mudarás de ideias. Lyon cruzou os braços e ergueu o queixo. — Duvido. — Primeiro, vamos recapitular. És perseguido em todo o lado, por alguns dos mais poderosos indivíduos do planeta. Num lado, temos o teu pai, Yangsmoth Dakmor, que por alguma razão te persegue. Apesar de me parecer que não é a tua morte que ele tem em mente. — Continua. — Incitou Lyon. — No outro lado, temos os Cavaleiros da Aurora, uma instituição religiosa bastante poderosa, assim como metade dos servidores de |
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"Death looks down at the corpse of the Lover, then turns to the Woman" - Your husband died, do you wish to carry on your life with painful memories? Or do you want to forget him? "The woman sobs" - I'll live with his memory, even if it's painful. "The woman goes, the Warrior turns to Death". - I'm curious, Death. You gave this choice to many people, right? "Yes..." "How many of these lovers chose to forget?" "None, not one." | |
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| ShiningSirio | May 14 2006, 01:03 PM Post #2 |
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Oh, parou a meio! Hmm, era suposto ter acabado onde acabou?
:lol: É que o fórum tem um limite de palavras por post, por isso pode ter "apagado" o resto da frase. Mas bem, gostei muito do que li. Sem dúvida tens muito jeito. Consegues fazer descrições muito boas dos locais e das pessoas, de modo a que conseguimos visualizar perfeitamente o que lemos.
E isso é óptimo. Achei interessante a troca de personagens... E tiveste muito jeito para escolher os nomes das pessoas e dos locais. São claramente épicos.
No início da história tens um ou outro errito. Nada demais, mas é sempre bom acabar com eles para o texto ficar ainda mais apelativo. Só me resta reforçar o jeito que tens para a escrita. É admirável, visto que pela apresentação ainda és relativamente novo. Parabéns, mostra-nos mais.
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| wilwarin | May 14 2006, 02:07 PM Post #3 |
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Dactilógrafo Profissional
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o corte foi algo frustrante, estava a gostar.
tu escreves muito bem, Yangsmoth, esse mundo é maravilhoso e tu consegues descrevê-lo na perfeição, conseguir entrar assim num é raro. é inteiramente criado por ti ou baseaste-te em qualquer coisa? bem, de qualquer das formas, tu tens talento. :lol: apenas tiveste uns pequenos erros logo na primeira parte, mas depois disso não dei por nada excepto umas poucas repetições. continua!
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| Yangsmoth | May 14 2006, 03:48 PM Post #4 |
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Dactilógrafo Profissional
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Thanks :P. Os erros tenho mesmo que corrigir, e o fim foi cortado porque é suposto escrever lá uma lista de Deuses e ainda não os inventei :P. Não me baseei em nada, inconscientemente, devo ter-me inspirado em algo, mas não sei o quê :P. Obrigado a todos :P, incentivam-me a continuar. |
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"Death looks down at the corpse of the Lover, then turns to the Woman" - Your husband died, do you wish to carry on your life with painful memories? Or do you want to forget him? "The woman sobs" - I'll live with his memory, even if it's painful. "The woman goes, the Warrior turns to Death". - I'm curious, Death. You gave this choice to many people, right? "Yes..." "How many of these lovers chose to forget?" "None, not one." | |
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| wilwarin | May 22 2006, 09:06 PM Post #5 |
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então, pah? alguma continuação em vista? estava a gostar muito!
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| ShiningSirio | May 23 2006, 11:56 AM Post #6 |
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Poisé... queremos ver mais coisas, não te esqueças de nós Yang.
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| sekhmet | May 25 2006, 10:26 PM Post #7 |
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Mascote
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Argghhh!! Eu estava a gostar!! Quero mais! Faz lá isso depressa....O Lyon parece-me um gajo porreiro!! eheh |
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| Yangsmoth | May 26 2006, 10:10 PM Post #8 |
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*Tenta inspirar-se.* XD. Se alguém me der uma dica de "Como ganhar inspiração em dez simples passos" Escrevo as restantes centenas de páginas que vai ser preciso para acabar a história
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"Death looks down at the corpse of the Lover, then turns to the Woman" - Your husband died, do you wish to carry on your life with painful memories? Or do you want to forget him? "The woman sobs" - I'll live with his memory, even if it's painful. "The woman goes, the Warrior turns to Death". - I'm curious, Death. You gave this choice to many people, right? "Yes..." "How many of these lovers chose to forget?" "None, not one." | |
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Sem dúvida tens muito jeito. Consegues fazer descrições muito boas dos locais e das pessoas, de modo a que conseguimos visualizar perfeitamente o que lemos.
E isso é óptimo.



8:23 AM Jul 11