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Qual o último filme que viste?
Topic Started: May 13 2006, 09:39 AM (10,715 Views)
Ragnarok
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Acabei de ver o Borat. Excelente comédia, mesmo. Uma grande sátira à América e ao Médio Oriente, com alguns momentos verdadeiramente geniais, em parte devido ao grande Sacha Baron Cohen, mas também devido aos cromos que ele foi conhecendo pelo caminho. xD Não sei que dizer mais... Jak sie masz?! xD 8/10.
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Isair
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Dactilógrafo Profissional
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Revi os 4 Scary Movies, dos quais não vou dizer mais para além de que merecem ser vistos (especialmente os dois primeiros) e vi:

- The Poseidon Adventure, de 1972, com Gene Hackman (Unforgiven, The Firm, Under Suspicion, Superman I, II e IV), Ernest Borgnine (Blueberry, Escape from New York, Emperor of the North Pole), Red Buttons (The Ambulance, Gable and Lombard) e outros.
Penso que já toda a gente conhece a história Aventura no Poseidon. De como uma tsunami criada por um terramoto vai contra o cruseiro de luxo Poseidon virando-o o que levou a um grupo de pessoas a ir contra as espectativas e lutar para chegar ao casco do navio (a única secção fora de água).
Contudo, contrariamente ao novo Poseidon lançado nos cinemas em 2006, este filme é realmente BOM. Simples, curto, de efeitos especiais básicos mas BOM. Em todos os níveis. No envolvimento humano, no envolvimento das personagens, no setting e desenrolar dos acontecimentos que levam ao desastre e até mesmo nas personagens, sua dedicação e sua profundidade.
Este filme é a prova de como o cinema velho ainda consegue bater bem o novo de como remakes saiem muitas vezes uma grande m****.
8/10

- Jarhead com Jake Gyllenhaal (Brokeback Mountain, Donnie Darko, The Day After Tomorrow), Jamie Foxx (Stealth, Miami Vice, Collateral, Bait, Shade), Peter Sarsgaard (Flightplan, The Skeleton Key, Kinsey, Boys Don't Cry) e outros.
Jarhead é baseado no livro best-selling de 2003 do ex-Marine Anthony Swofford's sobre as suas experiências militares no Kuwait.
Jarhead dá uma visão realista do lado dos soldados, de como reagem perante determinadas situações, da interacção entre camaradas e do que cada um sente tanto antes como durante e como depois da guerra. O filme não traz qualquer mensagem nem adere a qualquer lado político o que só abona em seu favor.
Tem também pontos positivos em termos de filmagem e música.
Aconselho-o a todos os que quiserem ver uma visão realista por os olhos de um soldado americano.
10/10
Nem sempre os mais sábios são os que têm maior experiência de vida e/ou conhecimento. São sim os que vêm bem a realidade e se adaptam a esta sem irem contra os seus príncipios.
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Ragnarok
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Vi ontem A Profecia Celestina, de Armand Mastroianni, com Matthew Settle (U-571, séries Band of Brothers, Into the West, Brothers and Sisters), Thomas Kretschmann (U-571, The Pianist, King Kong, A Queda - Hitler e o Fim do Terceiro Reich), Sarah Wayne Callies (série de TV Prison Break) e Joaquim de Almeida, entre outros. Este filme é baseado no romance com tema esotérico homónimo, de James Redfield (que co-produz este filme), e fala sobre uma Profecia com 2 mil anos que poderá mudar a percepção de tudo o que nos rodeia, a um nível espiritual. Mas enquanto que no livro a Profecia é bem explicada, os diálogos são interessantes, as personagens também, no filme a Profecia é explicada de forma confusa e francamente má, os diálogos são do mais banal (e cliché, por vezes) que há, e no final acabamos por não ficar muito esclarecidos. Quanto às interpretações, o elenco, no geral, está bem, tirando Matthew Settle no papel principal, que está horrivelmente mau (não transmite qualquer tipo de emoção, embora o tente fazer, com expressões faciais e tons de voz muito forçados). A realização é competente, mas não mais do que isso. Os efeitos-especiais que surgem esporadicamente são aceitáveis e encaixam-se perfeitamente no tema do filme. A fotografia é boa, mas não surpreende. Os cenários são lindos, mas também era difícil não o serem, porque o filme foi gravado na sua esmagadora maioria em floresta tropical. E pronto. Temos aqui um filme um pouco abaixo do mediano, cujo argumento tinha potencial para muuuuuuuuito mais. Leiam o livro. Evitem o filme. 4.5/10.
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Alhos Moles
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Acho que não devem ter sido os dois últimos filmes que vi mas ainda não os comentei!

The Pursuit of Hapyness

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Grande filme! :cool: Ok é o AmericanDream no seu melhor, ao estilo Dreamgirls, mas a história é tão verdadeira! O Will Smith é um dos meus actores preferidos, o rapaz domina completamente em todos os tipos de registo e aqui merece ralmente a nomeação ao óscar, fantástico!! Todas as cenas com o filho dele (que é MESMO o filho dele :o) estão sempre amorosas e perfeitas. A história do filme é belíssima bem como toda a construção de diálogos e cenários (o filme desenrola-se no passado se bem me lembro).

Enfim, é um tempo muito bem passado! De notar a participação daquela pretita do Crash, a mulher do realizador. Faz de mulher do Will Smith.

9/10

Despois vem o Children of Men

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Pra quem gosta do Clive Owen tem de ver este filme, ele está em 99% das cenas! Eu até não fui muito com ele porque achei o registo muito parecido ao do Sin City.
O ponto forte deste filme, para além da premissa individual, é a fotografia. Os cenários são arrebatadores e incríveis! Não é fácil desenhar um mundo daqui a 50 anos completamente destruído e isso foi muito bem feito. A história é engraçada e tal, mas penso que devia ter uma introdução melhor... é demasiado "ah e tal as mulheres ficaram inférteis e o mundo tá todo em guerra" podia ser um bocadinho mais explicativo... trocar isso por uma das N cenas de tiros era bem melhor.

Era filme pra ter muitas horas porque há muito assunto. De resto é um filme que nos prende pela história de sobrevivência, um filme bastante forte e bonito.

8/10
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Becky Smyt
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Vi

The Prestige 9/10 :D

Paris Je t'aime
Que filme mais bonito =') Só nao é perfeito porque nem todos os segmentos sao bons. Há alguns optimos, que valem pelo filme todo. Depois ha uns mais fraquitos, e outros muito maus. Felizmente, nao sao tao maus que nao se suportem, ainda para mais tendo cada um cerca de 5 minutos.
Nao ha outra forma de falar deste filme se nao falando de cada segmento individualmente, por isso:
- Montmartre, de Bruno Podalydès. Fraquito, especialmente sendo da zona que é. Uma das zonas mais bonitas de Paris, com um segmento que nao mostra mais que o transito e a cupula da sacre-coer, ao longe. A forma como o romance se desenvolve nao é ma de todo, mas perde demasiado tempo a arranjar um lugar para estacionar. 3/10
- Quais de Seine, de Gurinder Chadha. Três rapazes estão sentados junto ao Sena a mandar piropos as raparigas que passam, um deles repara numa rapariga islamica sentada perto deles. Quando ela se vai embora, tropeça e cai à frente deles. Enquanto os amigos se riem, ele vai ajuda-la, e têm uma conversa.
É querido e agradavel de ver durante os cinco minutos que dura, embora seja um bocado pretencioso demais. Parece-se demasiado com um anuncio, com as suas cores bonitas e actores ao estilo de anuncios de shampoo. 6/10
- Les Marais, de Gus Van Sant, com Gaspard Ulliel Dois rapazes conhecem-se numa oficina de arte, e há logo uma grande quimica entre eles. Um deles inicia uma conversa, mas o outro mal lhe responde...Enfim, a ideia era muito boa, o Gaspard Ulliel vai bem e esta quase irreconhecivel. Mas no final foi uma desilusao. A relaçao nao teve tempo de ser explorada e perdeu demasiado tempo com o preludio do encontro. Mas no final, o clique que ha entre as duas personagens (e entre os actores) é impressionante, e da uma grande beleza ao segmento. E tem um belo final. 7/10
- Tuileries, dos irmãos Coen, com Steve Buscemi. Um turista à espera do metro na estação de Tuileries, lê o seu guia da cidade, que lhe ensina a melhor forma de nao ser assaltado, nao apanhar doenças e nao se meter em confusoes. Enquanto isso, vai fazendo exactamente tudo o que nao deve fazer, e envolve-se nas situaçoes mais caricatas. Este é fantastico, de partir a rir x) Nota-se bem a mao de uma boa realizaçao. A musica ficou perfeita, ajuda ainda mais a provocar gargalhadas. E claro, o Steve Buscemi da uma grande prestaçao. Nao ignorando a importancia dada à Mona Lisa neste segmento, recebendo o seu sorriso uma interpretaçao de ironia que torna tudo ainda mais divertido. 9/10 :D
- Loin du 16éme, de Daniela Thomas, com Catalina Sandino Moreno. A historia de uma mulher hispanica que deixa o filho numa creche todas as manhas para ir cuidar do filho de uma familia dos suburbios. A história é muito querida, de partir o coraçao. Mas o segmento acaba por não ser fantastico, arrasta-se demais com coisas desnecessárias...Gostei da diferença entre os dois bebes e da musica de embalar cantada para um, e depois para o outro. 6/10
- Porte de Choisy, de Christopher Doyle. Este é caso para dizer: WTF? O_o Ainda nao sei de que raio fala, e que mensagem queria passar. Acho que é sobre um vendedor de shampoos que vai a uma especie de cabeleireiro da Chinatown francesa. Mas posso estar enganada. Nao faz sentido nenhum...enfim, um desperdicio de tempo. Embora o final tenha bons planos e caracterizaçao. 1/10
- Bastille, de Isabel Coixet. Um homem casado tem uma amante há mais de um ano e ja nao ama a mulher com quem casou. Um dia, decide pedir-lhe o divorcio. Quando se encontram, ela conta-lhe que tem cancro e decide ficar com ela ate ao final dos seus dias. No tempo que passam juntos, aprende a ama-la novamente, desta vez para sempre- Embora nao tenha adorado o unico filme que vi desta senhora, acho que ela sabe lidar muito bem com as emoçoes das suas personagens, e é precisamente por isso que este segmento é tão especial. A historia nao é particularmente original, mas a narração e os sentimentos que passa tornam-no incrivelmente bonito. Gostei da historia à volta do casaco vermelho. Muito triste. 9/10.
- Place des Victoires, de Nobuhiro Suwa, com Juliette Binoche e Willem Dafoe. A historia de uma mulher que perdeu o filho, e que recebe uma ultima opurtunidade de lhe dizer adeus. Começou bem, e a Juliette Binoche nao deixa de ser fantastica. Mas foi por um caminho completamente desnecessario, com cowboys a aparecerem no meio da rua. 4/10
- Tour Eiffel, de Sylvain Chomet. A historia de amor de dois mimos, entrando no seu mundo caricato. É querido, embora eu nao goste de mimos. Belos cenarios e utilizaçao de cores para nos mostrar um mundo de mimos. Mas acaba por ser demasiado...parvo. Enfim, sou eu que nao gosto de mimos. 6/10.
- Parc Monceau, de Alfonso Cuaron. Uma jovem mulher e um homem idoso encontram-se para falar do homem que assombra a vida dela. Um twist muito querido no final, mas sabe a pouco. 5/10
- Quartier des enfants rouges, de Olivier Assayas, com Maggie Gyllenhaal. Uma actriz americana apaixona-se pelo ser drug dealer x) Eu gostei deste, mas é um segmento demasiado fragil para ser muito bom. O ambiente é escuro e meio psicadelico (demonstrando bem o efeito das drogas), e demonstra bem a tençao sexual entre as personagens. O final é triste...6/10
- Place des Fêtes, de Oliver Schmitz. Um sem abrigo esta deitado na rua apos ter sido atacado, e uma paramedica vem em seu auxilio. Ele começa a falar-lhe de forma romantica, como se ja a conhecesse, e temos entao um flshback da sua historia. Dos mais bonitos de todo o filme. Adorei o angulo dos dois cafes no final, foi incrivelmente doloroso de assistir. 10/10
- Pigalle, de Richard LaGravenes, com Bob Hoskins e outra actriz conhecida. Foi tao chato de assistir que ja nem me lembro do que falava. Acho que era sobre um casal que esta a procura de novas emoçoes na sua relaçao (soluçao? recorrer a bares de prostitutas). Estupido, aborrecido, sem quimica nenhuma entre os actores. Apesar da musica no final o ter salvo um pouco. 2/10.
- Quartier de la Madelaine, de Vincenzo Natali, com Elijah Wood uma apariçao mais que pequena de Wes Craven. Ao estilo de sin city, uma historia de uma vampira e da sua proxima vitima, que se apaixonam :D. Aterrorizante e romantico à sua maneira. Adorei as cores e acho que foi dos segmentos mais intensos, sem usar qualquer dialogos. Uma pequena falha a apontar: acho que os movimentos da vampira foram demasiado teatrizados. 9/10
- Pere-Lachaise, de Wes Craven com Emily Mortimer e Rufus Sewell. A historia de um casal em Paris, antes de se casarem. A mulher decide visitar o tumulo de Oscar Wilde, o que leva a uma briga entre os dois. Nao esperava nada deste genero, vindo de quem vem O_o Mas enfim, nao é mau. É um lado do realizador que eu nao conhecia. É querido, e os actores vao muito bem. Mas nao tem nada de especial, e sem chegar a ser mau, a historia é muito simples e pouco original. 5/10.
- - Faubourg saint-denis, de Tom Tykwer, com Natalie Portman e Melchior Beslon. A historia de um rapaz cego que, ao receber um telefona da namorada a acabar com ele, revê todos os momentos da relaçao deles, com uma grande intensidade. Depois, recebe um novo telefonema... Muito bom. Muito mesmo, talvez o melhor deles todos. A narraçao é perfeita, a musica, o ritmo, as cores. Perfeitos. E historias de amor com cegos sao sempre incrivelmente romanticas... Os gestos sao palavras, as palavras sao poemas. Segmento completo, o frances nao é dificil de perceber. 10/10
- Quartier Latin, de Gérard Depardieu e Frédéric Auburtin, com Ben Gazzara, Gena Rowlands e o proprio Gerard Depardieu. Embora os dialogos sejam cheios de ritmo e cumplicidade, falta-lhe alguma coisa. Emoçao, talvez. 4/10
- 14th arrondisement, de Alexander Payne. A historia de uma mulher que visita paris e se apaixona pela cidade, de uma maneira muito peculiar. Começou por ser incrivelmente aborrecido, e um pouco ridiculo, devido ao sotaque pessimo da senhora. Depois, o final especialmente, acontece algo de inexplicavel. É incrivelmente bonito, mas triste. Em meia duzia de segundos e duas frases, apos nos mostrar o percurso da senhora, o segmento mostra-nos o que ha de especial na cidade de Paris, e o que é ama-la. Acho que so da para perceber quando ja se esteve em paris. 9/10
Portanto, corram e vejam-no :D Mas corram mesmo.
Ah, sim, e informo que a ideia é fazer mais dois filmes, um em Nova Iorque (ao que consta com a particpaçao de Woody Allen, que so nao entrou neste por imcompatibilidade na agenda) e outro em Toquio.

Como achei os Trailers girissimos:
Trailer
Trailer
Trailer.
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I once knew a girl who would just stand there and stare.
At anyone or anything, she seemed not to care.
She'd stare at the ground, she'd stare at the sky.
She'd stare at you for hours, and you'd never know why.
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Alhos Moles
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Sacaste o Paris Je Taime Becky? Ou viste doutra maneira? Se o sacaste orientas as legendas? :sweat:
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ShiningSirio
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Argh que inveja. :D Apaixonei-me por esse filme desde que vi o primeiro trailer. :D Foi um sacrifício para sair no emule, e agora que já o temos, não há legendas x). Méh.

Não sabia que a ideia era fazer mais dois filmes noutras cidades. :D Mas também a falar de amor? É que não há cidade como Paris para falar de amor. :D
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Alhos Moles
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Já há legendas, hehe!
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ShiningSirio
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Alhos Moles
 
Já há legendas, hehe!


:o

Fuck Lost. Vamos ver esse na viagem Lx - CB. :D
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Becky Smyt
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Nao, ja nao tenho nada disso no pc, esta tudo gravado. Mas o filme estava com excelente qualidade, e as legendas ate eram bastante boas.
Se ja as arranjaram, vejam depressa. É bonito :D E depois comentem aqui.

Suponho que seja a falar de amor, sim. New York, I love you x) A maioria das historias nao faz assim tanto uso da cidade e da ideia da cidade do amor como isso, portanto a diferença nao sera grande..
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MissGranger
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Caserneiro
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Esta semana vi o "Ray". Bem...que filme. Imperdível para quem gosta de boa música e de bom cinema.

Ray is the never-before-told, musical biographical drama of American legend Ray Charles. Featuring a remarkable performance from Jamie Foxx in the central role, Ray follows the inspiring story of a one-of-a-kind genius.
Born in a poor town in Georgia, Ray Charles went blind at the age of seven shortly after witnessing his younger brother's accidental death. Inspired by a fiercely independent mother who insisted he make his own way in the world, Charles found his calling and his gift behind a piano keyboard. Touring across the Southern musical circuit, the soulful singer gained a reputation and then exploded with worldwide fame when he pioneered incorporating gospel, country, jazz and orchestral influences into his inimitable style. As he revolutionized the way people appreciated music, he simultaneously fought segregation in the very clubs that launched him and championed artists' rights within the corporate music business. Ray provides an unflinching portrait of Charles' musical genius as he overcomes drug addiction while transforming into one of this country's most beloved performers.

Depois de ver o filme fiquei a admirar muito mais o Ray Charles. É curioso porque em certas altura do filme o Ray consegue ser detestável e noutras, é impossível não se gostar dele. Fizeram um retracto muito humano do Ray e foi isso que mais gostei. Não o tranformaram numa personagem perfeita, porque ele de facto, não o era e estava muito longe disso, aliás. Neste filme, nada é deixado ao acaso. Ficamos a conhecer o Ray Charles de forma muito intima e de certa forma, temos também noção do contexto em que viveu. O filme é longo, mas é cheio de ritmo e energia, portanto, quase não se dá pelo tempo passar. Não houve nenhum momento que eu achasse menos bom, para ser sincera. E depois há a música, claro. Contagiante, frenética e muito bem interpretada pelos actores/cantores. Destaque para o Jamie Foxx. Esteve absolutamente irrepreensivel neste papel. Apanhou os tiques e o carisma da personagem e canta muitissimo bem. Há certas alturas em que apetece começar a dançar. xD Gostei especialmente do "Unchain my heart" e do "Hit the road Jack", músicas que nós conhecemos todos de gingeira. Há ainda a mensagem do filme, que é excelente. Enfim, este é daqueles filme que eu vou querer rever certamente. É sem dúvida, dos melhores filmes biográficos que vi, até hoje. Há também o mérito do próprio Ray pela sua genialidade e por ter sido tudo aquilo que foi, até porque, se assim não tivesse sido nunca ninguém teria feito este filme. 8/10.


http://www.raymovie.com/index.php
I'm one of those...blessed with lucky 7's. I am. I am! I am! I'm telling...
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Isair
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Dactilógrafo Profissional
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Os últimos filmes que vi foram:

The Pursuit of Happyness com Will Smith (Bad Boys I e II, The Prince of Bel Air TV serie, Men in Black I e II, I Robot, Wild Wild West, Hitch, Independence Day), o seu filho Jaden Smith a estrear pela primeira vez no cinema, Thandie Newton (Crash (2006), The Chronicles of Riddick, Mission: Impossible II, Besieged) e outros.
Um drama baseado na vida de Chris Gardner, um vendedor cuja vida parece piorar de dia para dia. Quando a mulher o deixa ficando ele com a custódia do seu filho Christopher e quando o dinheiro acaba sendo assim expulso de casa, ele vê-se forçado a tentar o um curso de stockbroker do qual apenas 1 acabará ao mesmo tempo que cuida do seu filho e luta por arranjar onde dormir.
Um excelente filme.
10/10

Flags of Our Fathers de Clint Eastwood. Um filme sobre a famosa foto do levantar da bandeira na batalha de Iwo Jima e sobre os 6 homens que o fizeram. Um filme repleto de excelentes filmagens e actuações que merece ser visto.
8/10

eXistenZ com Jennifer Jason Leigh (El Maquinista, Road to Perdition, The Jacket, Rag Tale), Jude Law (All the King's Men, Cold Mountain, Enemy at the Gates, Final Cut, Artificial Intelligence: AI) e outros.
O filme fala-nos de um futuro onde os jogos de computador evoluíram imenso sendo a principal fonte de entertenimento e fuga da realidade. Allegra Geller é a maior criadora destes jogos e a sua última criação é eXistenZ, um jogo que leva todos os que a ele se ligarem a uma realidade virtual. No dia do seu pre-realease, numa pequena convenção, Allegra Geller é vítima de uma tentativa de assassinato da qual só escapa com a ajuda de Ted Pikul, uma pessoa que tem imenso medo de jogar mas que o deseja fazer. Juntos vão ter de se manter em segurança ao mesmo tempo que Allegra tenta desesperadamente salvar o seu jogo jogando-o com Pikul. Mas à medida que o jogam vão perdendo o sentido da verdadeira realidade ao ponto de não saberem o que é real.
O argumento até é engraçado mas foi mal aproveitado. O filme decorre demasiado depressa e com muito poucas explicações. Entretém mas não é uma obra prima e requer que se esteja com muita atenção a ele.
5/10

Night at the Museum com Ben Stiller (Madagascar, There's Something About Mary, Keeping the Faith, Duplex, Next of Kin).
Já falaram aqui dele portanto não irei dizer mais.
Entretém e tem cenas cómicas. Mas podia estar bem melhor.
6/10

The Matador com Pierce Brosnan (007: Die Another Day, 007: The World is not Enough, 007: Tomorrow Never Dies, 007: Golden Eye, Seraphin Fall, Evelyn, After the Sunset), Greg Kinnear (Little Miss Sunshine, Invincible, The Gift, We Were Soldiers) e Hope Davis (The Weather Man, Final, The Hoax, Hearts in Atlantis).
Um assassino profissional internacional, Julian Noble, e um homem de negócios, Danny Wright, encontram-se no bar de um hotel no méxico e metem conversa um com o outro. Sendo dois tipos de pessoas completamente diferentes (Danny é um optimista cuja vida tem corrido mal, desde a morte do seu único filho 3 anos antes a estar desempregado e no méxico à procura de trabalho; Julien uma pessoa viciada em bebida, tabaco e prostitutas e que se está nas tintas para todos excepto ele) ao ínicio não se dão bem mas à medida que o tempo passa e se vão conhecendo melhor uma relação de amizade desenvolve-se levando ambos a situações que nunca pensaram que lhes aconteceria.
Um excelente e cómico filme que merece ser visto.
9/10

The Hunt, de 2006, com Joe Michael Burke (TV series actor), Cliff De Young (TV series actor) e Robert Rusler (TV series actor).
Este filme leva-nos à difícil vida de Jack Hamberg, Tessa Kraw Hamberg e o seu filho Clint, uma família formada um pouco à pressão e ainda com dificuldades de aceitação do pai adoptivo, Jack, por parte de Clint. Dinheiro também é algo que falta e oportunidades para trabalho têm sido escassas. É então que Jack e o seu amigo Atticus Monroe têm a ideia de filmar um vídeo de caça com arco dos mais hardcores e realistas. Jack que é fanático por caça com arco decide então levar o filho adoptivo como ajudante naquilo que Atticus diz ser "uma produção que nos fará ricos". Mas à medida que o pequeno grupo se aventura pela floresta à procura de caça começam a instalar-se desconfiança entre Jack e Atticus ao mesmo tempo que algo ali está errado pois não se vê veados quando deveriam haver às dezenas. Quando encontram uma alta rede a cercar um recinto e com rastos de sangue a entrar no recinto o grupo decide entrar na propriedade privada. Mas em vez de encontrarem veados para caçar eles encontram algo ainda pior: uma caçada em que eles são as presas.
Um excelente filme com um grande argumento e grandes actuações, até mesmo do miudo (algo que é de estranhar já que este foi o seu primeiro filme).
9/10

Perfect Creature com Dougray Scott (To Kill a King, Mission: Impossible II, Enigma, Dark Water), Saffron Burrows (Reign Over Me, Gangster No. 1, Hotel) e outros.
Neste filme alquemistas foram os primeiros a estudar genética acabando por criar dezenas de doenças e uma nova raça: vampiros. Inicialmente perseguidos mas que acabaram por ser aceites, esta raça vive em harmonia com os humanos servindo-os como líderes religiosos e espirituais em vez de os caçarem, tratados não com desdém mas sim com admiração e autodenominados de Irmãos. Durante 300 anos vampiros e humanos viveram em paz sem haver um único vampiro a cometer crimes. Durante esses 300 anos alquemia foi proíbida sendo a igreja de vampiros, conhecida por Irmandade, responsavel pelos desenvolvimentos ciêntificos e pela luta contra as doenças. Durante 300 anos viveram-se tempos de paz até ao momento em que Silus, um vampiro dedicado a servir a Irmandade e os humanos, vê-se forçado a recorrer à ajuda da polícia humana para caçar o seu irmão Edgar cujo comportamento mudou drásticamente tornando-se um assassino. À medida que Silus, com a ajuda da polícia, vão procurando e pesquisando sobre Edgar acabam por descobrir um terrível segredo que poderá reiniciar uma guerra entre humanos e vampiros e quebrar a paz que estes últimos lutam para manter.
6,5/10

Wicked Little Things com Lori Heuring (False Prophets, King's Highway, True Blue), Scout Taylor-Compton (TV series actress) e Chloe Moretz (TV series actress).
Karen, Sarah e Emma Tunney, uma família agora constituída só por 2 mulheres e uma criança, vê-se forçada a mudar para uma casa situada no meio de uma floresta, de uma pequena cidade da Pennsylvania situada nas montanhas, que lhes foi deixada pelo marido de Karen, pai de Sarah e Emma, que falecera à pouco tempo. Mal sabem elas que em 1913 um terrível acidente numa mina fez com que dezenas de crianças ficassem presas debaixo de escombros, crianças essas que voltaram com um terrível instinto assassíno.
6/10

Unrest com Corri English (TV series actress), Scot Davis (The Ride), Joshua Alba (TV series actor), Jay Jablonski e Derrick O'Connor (TV series actor).
4 estudantes de medicina são levados a estudar corpos humanos, na que é considerada a cadeira mais assustadora daquela universidade/hospital, enquanto tentam manter-se calmos e emocionalmente estaveis. Até que a única rapariga do grupo, Alison, começa a ver imagens na sua cabeça, a sentir estranhas presenças e uma terrível vontade de descobrir o que aconteceu com a mulher que estavam a estudar. Ateia e com consciência de que quase ninguém acreditará naquilo que vê e sente, Alison desenvolve uma luta interior entre ciência e intuição ao mesmo tempo que tenta partilhar os seus pensamentos com o professor. Uma coisa é certa: aquela presença que ela sente pretende matar todos os envolvidos naquele corpo ao mesmo tempo que quer algo de Alison.
Entretém.
5/10

The Hamiltons com Cory Knauf, Samuel Child (Lurking in Suburbia), Joseph McKelheer (Nightstalker, Rampage: The Hillside Strangler Murders) e Mackenzie Firgens (Groove)
Um filme sobre uma família aparentemente típica que luta contra os problemas do dia a dia e com as misturas de emoções, pessoais e para com cada membro da família, após a morte dos pais. O mais velho, David Hamilton, tomou sobre os seus ombros a responsabilidade da família enquanto os gémeos Wendell e Darlene são mais afastados, rebeldes e obscuros que os restantes membros. No meio encontra-se Francis, um rapaz perturbado e infeliz que não sabe bem onde se encaixa no mundo. Quando na escola recebe o trabalho para falar sobre a sua família Francis opta por filma-la levando-nos a conhecer a família Hamilton e o segredo que escondem por debaixo da sua aparência normal.
Excelentes actuações e uma boa história fora das comuns de "terror".
8/10

Seraphim Falls com Pierce Brosnan (007: Die Another Day, 007: The World is not Enough, 007: Tomorrow Never Dies, 007: Golden Eye, The Matador, Evelyn, After the Sunset) e Liam Neeson (Star Wars Episode I, Batman Begins, Kingdom of Heaven, Kinsey, The Haunting, Les Misérables, Next of Kin, Schindler's List).
Poucos anos depois da Guerra Civil, um antigo Colonel persegue um homem a quem ele jurou matar pelas suas acções em Seraphin Falls.
Um bom western de acção com misturas de drama.
7,5/10
Nem sempre os mais sábios são os que têm maior experiência de vida e/ou conhecimento. São sim os que vêm bem a realidade e se adaptam a esta sem irem contra os seus príncipios.
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ShiningSirio
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Já não posto aqui há tanto tempo =x. Vou tentar resumir os últimos que vi (alguns já são de há muito tempo, daqueles que vimos antes dos oscars).

Acho que não falámos do Black Dhalia. Já o vimos há imenso tempo, na corrida para os óscares, e realmente é um filme que deixa aquele gosto amargo na boca. Tinha tanto para dar, parecia tão promissor e acaba por ser mesmo mau. Demasiado confuso, demasiadas histórias ligadas, dão mesmo pouco destaque à história do assassinato e enfim, acaba por misturar tudo numa grande bola sem sentido que nos deixa mesmo frustrados. Salva-se pela boa cinematografia.
4/10

Little Children. É fabuloso. ^_^ Não estava nada à espera que fosse tão giro, talvez por isso ainda tenho uma boa sensação sempre que me lembro dele. À partida, pela sinopse e assim, eu não daria muito por este filme, mas é realmente muito cativante. Os actores estão bem, principalmente o Jackie Earle Haley que entra maravilhosamente na sua personagem! É um filme muito envolvente, gostei bastante. ^_^
8.5/10

The Illusionist. Muito fofo. Vendo este e o Prestige de seguida é impossível não compará-los. Gostei muito mais do Prestige, mas este também tem a sua piada. É mais romance e tal, mais mágico, mas tal como o Prestige tem óptimas prestações por parte dos actores e um óptimo cenário. A história também é interessante.
8/10

Depois também vimos o The Prestige e o El Laberinto del Fauno que já falámos nos devidos tópicos.

Mais recentemente vimos o Paris Je t'Aime. A ideia agradou-me desde o início, não me importava nada de ver mais uns quantos filmes deste género. Alguns segmentos foram mesmo maus, é pena. Mas também houve segmentos muito bons e outros engraçados. Tive pena de alguns não terem tido muito desenvolvimento. É certo que com tantos segmentos tinham de fazer cada um com pouca duração, mas preferia ter visto um filme com menos segmentos (podiam tirar aqueles mesmo maus :X) e com mais duração nos restantes. Mas pronto, alguns segmentos não precisaram de mais nenhum segundo para estarem fantásticos.
7/10

Thank you for smoking. Está sem dúvida engraçado, tem uma ideia gira e tal e o Aaron Eckhart é mesmo carismático. Passa-se um bom tempo a ver este filme, se estivermos com a disposição indicada!
6.8/10

The Silence of The Lambs. Já era tempo de ver este filme. x) Eu fiquei mesmo surpreendida, porque já tinha visto o Hannibal e estava à espera de algo mais parecido com ele. E ainda bem que não foi assim! O filme é realmente fantástico, não se pode dizer muito mais. :D A Jodie Foster e o Anthony Hopkins estão muito bem! A ideia do filme é muito boa, muito distante do Hannibal. Aqueles momentos finais são de arrepiar os cabelos :D. Enfim, é mesmo fantástico, já o devíamos ter visto.
10/10

Scoop. Muito giro! :D Passa-se mesmo um bom tempo a ver este filme, é divertidíssimo. A Scarlet tem finalmente um papel completamente diferente daquilo a que estamos habituados, e sai-se bastante bem. A história é muito engraçada e desenrola-se muito rapidamente. O Woody Allen é engraçadíssimo. :D
8/10

A Beautifull Mind. Uma história bastante comovente. Também é um filme que já merecia ter sido visto há mais tempo. O Russel Crow esteve fenomenal, irrepreensível. É daqueles filmes que dá vontade de verter uma lagrimazita no fim. :D
9/10

American Psycho. Não gostei nada do filme. x) Sem dúvida que a ideia toda psicótica está bem representada e o Christian Bale faz um papelaço. :blink: Mesmo papelaço =\. Mas não gostei da ideia e do filme em si, não fui mesmo com a cara dele. :P
4/10


E ontem começámos a ver o Devil Wears Prada mas o raio do DVD está todo riscado portanto não deu para ver mais, méh x).
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Sil
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Velha Guarda
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Alguns filmes que tenho visto e não comentei por falta de disponibilidade/vontade:

O Reino dos Céus - Não tão mau quanto muita gente me fez crer. Até gostei do papel do Orlando Bloom, além de ter umas cenas de acção boazinhas. Gosto do tema das Cruzadas e acho que isso até foi bem retratado. 6.5/10

300 - Há por aí gente desapontada com este filme, mas eu digo que ele não enganou ninguém. Quem vai à espera de um enredo complexo e de fidelidade histórica absoluta, pode (e vai) sentir-se atraiçoado. Quem espera um visual muito interessante, grafismo inovador, porradinha, sangue, tripas, meia dúzia de frases bombásticas e o Rodrigo Santoro a dizer "Ah e tal, sou misericordioso se se ajoelharem perante mim, muahahah" vai dar o dinheiro do bilhete por bem empregue. Ia extremamente céptica para este filme e até fiquei agradavelmente surpreendida. 7.5/10

Efeito Borboleta - Pelo que me disseram deste filme, julguei que fosse muito melhor do que é realmente. Das duas uma, ou eu ia com expectativas demasiado altas ou este filme é sobrevalorizado. Parte de uma premissa excelente, que eu adoro e pela qual tenho um interesse descomunal, mas fica-se muito por aí. Muito psicótico, explora os efeitos da capacidade de mudança das memórias com algumas deficiências e ignorando que existe um mundo além da vida daquelas pessoas principais. O Kucther não me convenceu minimamente, consigo pensar nuns 4 actores com aquela mesma idade, praticamente, que teriam feito o papel bem melhor. Lá está, podia ter sido bem mais do que aquilo que foi e essa sensação desagrada-me sempre. 7/10

Brigada 49 - Um filme que mostra, por uma vez, que os bombeiros morrem, magoam-se e sofrem. Magnífico espírito de união representado, bem como o dilema destes "soldados da paz" e das suas famílias. Achei o Joaquin Phoenix muito bem neste filme e quase me emocionei em algumas partes xD Um filme que não traz nada que seja exactamente novo, mas que aquece a alma. 8/10
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blue
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Velha Guarda
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Bem ultimamente vi:

Dreamgirls: simplesmente lindo! Aliás já tenho a OST :D É espectacular o filme... Não sei muito bem o que pode dizer... A não ser que a Beyoncé me surpreendeu pela positiva como actriz, o Edie Murphy tá no seu melhor e do Jamie Fox nem se fala!!! dou-lhe um 9/10

300: espectacular. A nível completamente diferente das Dreams é claro... Mas sempre espectacular!!! efeitos especiais fenomenais e, apesar de não ter grande história (como era de esperar) tem algo que nos prende ao filme com toda a atenção desde o início. Comentário do meu moço: "Começa bem lol" (quando a primeira imagem que se vê do filme é uma caveira lol) dou-lhe 8,5/10 pois apesar de ser fenomenal não é o tipo de filme a que eu dê mais do que isso, mas 8 também me parece pouco lol
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